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terça-feira, 29 de março de 2011

Educação ambiental


Introdução

Educação ambiental é aquela destinada a desenvolver nas pessoas conhecimentos, habilidades e atitudes voltadas para a preservação do meio ambiente.

Importância e objetivos

A educação ambiental pode ocorrer dentro das escolas, empresas, universidades, repartições públicas, etc. Esta educação pode ser desenvolvida por órgãos do governo ou por entidades ligadas ao meio ambiente.

A educação ambiental deve estar presente dentro de todos os níveis educacionais, como o objetivo de atingir todos os alunos em fase escolar. Os professores podem desenvolver projetos ambientais e trabalhar com conceitos e conhecimentos voltados para a preservação ambiental e uso sustentável dos recursos naturais.

Legislação

No Brasil, existe uma lei específica que trata da educação ambiental. A Lei número 9.795 de 27 de abril de 1999, dispõe sobre a educação ambiental, instituindo a política nacional de educação ambiental.

Sugestões de temas para trabalhar em sala de aula:

Temas que podem ser abordados na escola em aulas relacionadas ao meio ambiente: ecologia, preservação da natureza, reciclagem, desenvolvimento sustetável, consumo racional da água, poluição ambiental, efeito estufa, aquecimento global, ecossistemas, etc.

Você sabia?

- Comemora-se em 5 de junho o Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia.

domingo, 27 de março de 2011

Poluição sonora




Quando e como ocorre

A poluição sonora ocorre quando num determinado ambiente o som altera a condição normal de audição. Embora ela não se acumule no meio ambiente, como outros tipos de poluição, causa vários danos ao corpo e à qualidade de vida das pessoas.

O ruído é o que mais colabora para a existência da poluição sonora. Ele é provocado pelo som excessivo das indústrias, canteiros de obras, meios de transporte, áreas de recreação, etc. Estes ruídos provocam efeitos negativos para o sistema auditivo das pessoas, além de provocar alterações comportamentais e orgânicas.

A OMS (Organização Mundial de Saúde) considera que um som deve ficar em até 50 db (decibéis – unidade de medida do som) para não causar prejuízos ao ser humano. A partir de 50 db, os efeitos negativos começam. Alguns problemas podem ocorrer a curto prazo, outros levam anos para serem notados.


Efeitos negativos da poluição sonora na saúde dos seres humanos:

· Insônia (dificuldade de dormir);
· Estresse
· Depressão
· Perda de audição
· Agressividade
· Perda de atenção e concentração
· Perda de memória
· Dores de Cabeça
· Aumento da pressão arterial
· Cansaço
· Gastrite e úlcera
· Queda de rendimento escolar e no trabalho
· Surdez (em casos de exposição à níveis altíssimos de ruído)


Recomendações importantes:

Para evitar os efeitos nocivos da poluição sonora é importante: evitar locais com muito barulho; escutar música num volume de baixo para médio; não ficar sem protetor auricular em locais de trabalho com muito ruído; escutar walk man ou mp3 player num volume baixo, não gritar em locais fechados, evitar locais com aglomeração de pessoas conversando, ficar longe das caixas acústicas nos shows de rock e fechar as janelas do veículo em locais de trânsito barulhento.

CRIME: FATO TÍPICO, ANTIJURÍDICO E CULPÁVAL

O crime de poluição sonora está tipificado no artigo 54, caput, da Lei nº 9.605/98, que institui a seguinte conduta: "causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora".


Curiosidade:


Nível de ruído provocado (aproximadamente – em decibéis)

- torneira gotejando (20 db)
- música baixa (40 db)
- conversa tranqüila (40-50 db)
- restaurante com movimento (70 db)
- secador de cabelo (90 db)
- caminhão (100 db)
- britadeira (110 db)
- buzina de automóvel (110 db)
- turbina de avião (130 db)
- show musical, próximo as caixas de som (acima de 130 db)
- tiro de arma de fogo próximo (140 db)

Você sabia?

- É comemorado em 7 de maio o Dia do Silêncio.
- Para medir o nível de ruído num determinado ambiente, os técnicos utilizam um aparelho chamado decibelímetro.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Cinco dicas para não desperdiçar energia elétrica


Neste sábado, dia 26, mais de 1 bilhão de pessoas por todo o mundo vão desligar as luzes de suas casas durante a Hora do Planeta. Mas a atitude, um alerta sobre o aquecimento global, não pode ser mantida apenas pelos sessenta minutos do evento.

Para que você possa economizar energia elétrica no seu dia-a-dia, descubra cinco hábitos dos quais você pode se livrar e ajude a preservar o planeta por muitas outras horas.

1 - Ligue menos lâmpadas e aproveite a luz natural


Sabia que uma lâmpada artificial de 120W consome por mês, em média, 7,2 KWh ficando acesa duas horas ao dia? Uma boa maneira de reduzir esse consumo e de quebra melhorar a qualidade de vida em sua casa e no seu ambiente de trabalho é investindo em iluminação natural.

A utilização da luz natural diminui significativamente o consumo de energia elétrica em casas, edifícios e ambientes de trabalho, além de melhorar a sensação de conforto no local. Mesmo em dias nublados ou chuvosos, a iluminação natural auxilia a artificial, fazendo com que a economia de energia elétrica seja mantida.

Por isso, sempre que possível, facilite a maior entrada de luz natural nos ambientes. Experimente deixar as cortinas abertas, dar preferência a janelas mais altas do que largas e portas envidraçadas na face norte do local e coloque espelhos nos cômodos mais escuros da residência

2 - Tome banhos frios
Essa é um pouquinho mais díficil, mas vale por uma boa causa. Um banho quente, apesar de relaxante, consome muita energia elétrica. Ao trocar a opção do chuveiro de inverno para verão, você irá poupar eletricidade e ainda fazer bem ao seu corpo.

O uso do chuveiro elétrico é responsável por cerca de 25% do consumo residencial de eletricidade. Mas a conta de luz é apenas um dos benefícios do banho frio. A prática melhora a circulação sanguínea, revigora e fortalece o sistema imunológico, além de evitar o ressecamento dos cabelos e deixar a pele mais bonita.

3 - Retire o carregador de celular da tomada
Depois de carregar o celular, retire o carregador da tomada. O equipamento continua consumindo eletricidade mesmo ao não estar conectado a nenhum celular, apenas por estar ligado à corrente elétrica.

Dados apontam que cerca de dois terços da energia utilizada pelos dispositivos móveis é desperdiçada desta maneira. Por isso, retire-o datomada assim que a carga do seu telefone estiver completa.

4 - Não deixe objetos vazios na geladeira

Acabou a água da garrafa que fica na geladeira ou encontrou a bandeja de frutas vazia? Tire-as de lá. Com esse gesto simples você evita que energia elétrica seja gasta sem necessidade.

Mesmo vazia, a garrafa continua absorvendo o ar frio da geladeira - e contribuindo com o aumento da conta de luz no final do mês.

Por isso, quando ver uma garrafa, tapauer, panela, ou qualquer outro objeto que não esteja sendo utilizando dentro da geladeira, retire-o de lá e garanta que o equipamento resfrie apenas o que precisa ser resfriado.

Economize na hora de usar o computador

O computador é um dos aparelhos eletrônico responsáveis pelo alto consumo de energia elétrica em sua casa e no se trabalho. Com algumas dicas bem simples você pode fazer o seu aparelho gastar menos energia e aliviar seu bolso e o meio ambiente. Algumas mudanças na configuração da sua máquina ou a troca de alguns componentes também podem ajudar a reduzir o consumo.

A primeira dica é ajustar as opções de energia do computador e configurá-lo para ficar em modo de espera quando o equipamento ficar inativo por algum tempo. Para fazer isso acesse "Painel de controle"; "Sistema de operação" (se o seu computador operar com o sistema Vista), ou "Desempenho e Manutenção (se ele operar com o Windows XP); e por fim, "Opções de energia". Você encontrará três planos de energia e uma marcação (com bolinhas) de economia e desempenho em cada uma delas, marque a opção de mais econômico.

Desligar o monitor ou deixá-lo em modo de espera enquanto você dá uma saidinha é uma excelente forma de economizar energia. Além da tela, desligue outros equipamentos que não estiver usando, como impressora, scanner, HD externos etc.

E quando for comprar um computador novo lembre que os notebooks são mais econômicos que os computadores tradicionais. Se possível opte também por um monitor de LCD, que são mais econômicos e prejudicam menos a visão. Outra alternativa é escolher um computador que utilize uma fonte com PCF (Power Factor Correction) ativo ao invés de uma genérica, pois a primeira desperdiça menos energia.

(fonte:msnverde)

quinta-feira, 24 de março de 2011

Policia Ambiental de Parelhas captura Jibóia com cerca de 3 mts e meio


O Destacamento de Polícia Ambiental de Parelhas através de informações de populares efetuou a captura de uma jibóia na cidade de Equador medindo aproximadamente 3 metros e meio de comprimento; o animal será solto nas imediaçoes daquela localidade longe do incómodo da cidade. Lembramos que não são esses animais que invadem o nosso ambiente, e sim, os seres humanos com as suas construções "irregulares" e sem precedentes que aos poucos tomam o lugar dessas criaturas; é sempre bom lembrar que ao se deparar com um animal desse tipo , entrar em contato imediatamente com a Polícia Ambiental através do número 84- 99762590 ou pelo email: cipamcaico@hotmail.com. A captura foi realizada pelo Cb. Laurentino - Sd Nivanildo e Sd J. Neto.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Polícia Ambiental de Caicó apreende pássaros na cidade Equador

Mais um belíssimo trabalho realizado pela Polícia Ambiental de Caicó, culminou na apreensão de muitos passáros na cidade de Equador; a apreensão se deu graças a missões rotineiras desta especializada na região do alto seridó Potiguar. Os passáros serão encaminhados para a Estação Ecológica do Seridó/Serra Negra do Norte, onde serão soltos no seu ambiente natural de onde nunca deveriam ter saído.É de suma relevância a participação popular nesta empreitada em defesa do meio ambiente, onde qualquer cidadão anônimamante pode fazer suas denúncias através deste blog ou do telefone: 084 99762590. A Guarnição era composta pelo Sgt. Pinheiro - Cb Laurentino - sd Jadson - Sd. M. Dantas - Sd. nivanildo.
Parabens pelo serviço bem feito!
Ailton Lima

sábado, 12 de março de 2011

Tragédia na Polícia Ambiental; filha do Sd Reginaldo morre após sofrer queda

Uma grande comoção toma conta da cidade de Jardim do Seridó neste sábado (12), com a morte da linda garotinha Fernanda, de apenas 1 ano e 11 meses de idade. Fernanda completaria 2 aninhos no próximo dia 25 desde mês, mas infelizmente sofreu uma queda do braço do sofá de sua casa e veio a falecer.

Fernanda era filha do SD. PM Reginaldo(foto), lotado no 6º BPM DE Caicó, hoje servindo ao pelotão da Polícia Ambiental da região do Seridó Potiguar, e da ex-conselheira tutelar em Jardim do Seridó, Francicleide Medeiros.

O acidente doméstico aconteceu por volta das 17:00hs de ontem, sexta-feira (11), quando Fernanda assistia TV em cima do braço do sofá, quando em dado momento a mesma se desequilibrou e caiu, não tendo dado tempo de sua mãe segurá-la.

Após o acidente a garotinha foi socorrida para o HMRM, de onde foi transferida às pressas para Caicó, mas infelizmente nada mais poderia ser feita, já que foi constatado um grave quadro de traumatismo craniano, tendo a mesma chegado em estado gravíssimo tendo ininterruptas convulsões.

Do blog de Paulinho Barra Pesada

Do blog: deixo aqui a minha solidariedade e meus votos de pesar a toda a familia da garotinha Fernanda. Fica aqui também os meus sentimentos ao companheiro Reginaldo com quem já trabalhei em Caicó e porquem tenho o maior respeito.

Nesse momento palavras são dificeis para expressar a dor por que passa a familia, que DEUS possa dar o conforto e a tranquilidade necessárias!!!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Típico do Brasil, felino vesgo fica famoso na Alemanha

Zoo tenta ficar famoso com felino vesgo
O zoológico de Delitzsch, na Alemanha, ficou famoso no país por causa de um jaguarundi (Puma yagouaroundi), felino típico da América Latina. Contudo, Frank, como é chamado, tem um diferencial da maioria dos animais da espécie: ele é vesgo. O animal é uma tentativa do estabelecimento chamar a atenção depois que um zoo concorrente fez sucesso ao apresentar um marsupial vesgo. As informações são da agência Reuters.
O marsupial Heidi virou sucesso no Youtube e tem mais de 70 mil amigos no Facebook. Aproveitando o sucesso da concorrência, o zoo de Delitzsch tenta ganhar fama com sua "estrela".
Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), o jaguarundi sofre com o desmatamento e fragmentação de seu habitat, causados principalmente pela agricultura.
A espécie tem pequeno porte (em média 5 kg) e hábitos noturnos. Passa a maior parte do tempo no chão, mas se move com facilidade nas árvores. O animal se alimenta de pequenos mamíferos, pássaros e répteis.
(fonte:terra.com)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Apreensão de aves ameaçadas de extinção em Caicó

Sd Kastberg - Sd Batista - Sd Jailson - Sd Gildeberto - Sgt. Cincinato
Aves apreendidas
Policiais ambientais do Pelotão de Caicó na guarnição comandada pelo sargento Cincinato realizaram na manhã de ontem a apreensão de pelo menos 12 aves ameaçadas de extinção na cidade de Caicó.
O Trabalho realizado pelos Policiais da CIPAM se deu no perimetro irrigado Itans Sabugi, mais precisamente na Vila I do Sabugi,  quando um morador do local estava criando em cativeiro 12  aves tipo "Asa Branca",  que foram apreendidas e conduzidas para a sede da Policia Ambiental.

A Policia Ambiental de Caicó ganhou recentemente uma nova viatura para atender as ocorrências,  e com isso está podendo desenvolver um melhor trabalho de proteção ambiental no seridó.


                              Nota do Blog:
A polícia Ambiental de Caicó vem  mostrando serviço ao longo do tempo,  a pesar,  de ainda não contar com equipamentos necessários para um melhor desenvolvimento  de seus trabalhos. Apreensões como estas só são possíveis graças  aos excelentes profissionais que  compõem a Cipam Caicó e a participação popular que vêm aos poucos tomando consiência da grandeza do que é o Meio Ambiente; participe destas ações e  denuncie ligando para o Telefone 84 99762590 que estaremos prontos para lhe atender.

Ailton Lima


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Separação de iceberg na Antártida pode afetar aquecimento

                                  Foto divulgada nesta segunda (31) mostra o glaciar em mares australianos; teme-se que o bloco afete correntes marítimas

sábado, 22 de janeiro de 2011

El Niño

É um fenômeno meteorológico natural que se repete de 2 a 7 anos, em média, e decorre do aumento anormal da temperatura do Oceano Pacífico, atingindo mais intensamente o Peru. A costa peruana é caracterizada por águas muito frias. Como a substituição  das águas normalmente frias por quentes costuma ocorrer logo após o Natal, esse fenômeno meteorológico passou a ser chamado de El Niño ( o Menino Jesus, em espanhol). Há registros de sua  ocorrência desde a época do descobrimento da América. O aquecimento das águas superficiais do Pacífico interfere no regime de ventos e, portanto, no deslocamento das nuvens e no regime das chuvas, gerando alterações  significativas do clima em todo o planeta. Grandes secas na Índia, no Nordeste do Brasil, na Austrália, Indonésia e África podem ser decorrentes do fenômeno, assim como algumas enchentes no Sul e Sudeste do Brasil, Peru, Equador e no Meio Oeste dos Estados Unidos. Em  algumas áreas, observam-se  temperaturas mais elevadas que  o normal ( como é o caso das regiões central e Sudeste do Brasil, durante o inverno), enquanto em outras ocorrem frio e neve em excesso. Especificamente no Brasil, o El Niño provoca chuvas intensas no Sul e secas mais severas no Norte e Nordeste.  O Estado de São Paulo está localizado numa zona de transição. Aqui o El Niño provoca chuvas ligeiramente acima do normal, mas também provoca uma melhor distribuição de chuvas em alguns meses (setembro, novembro, abril e maio). Isso significa que o fenômeno  pode apresentar aspectos negativos, como a maior possibilidade de ocorrência de inundações, mas também pode ser benéfico, desde que se esteja convenientemente preparado para enfrentá-lo. Assim, a melhor distribuição de chuvas pode beneficiar a agricultura. Do ponto de vista  hidrológico, o El Niño aumenta a chance de ocorrência de vazões mais  elevadas em rios do Estado de São Paulo. Isso pode provocar enchentes e  inundações, mas ao mesmo tempo, também com o aumento da vazão dos  rios, melhora as condições de geração de energia e abastecimento de água . El NINO eu diária EL DEPREDAÇÃO, Como ambientalista as graves mudanças climáticas não seria nada mais com a retirada da roupa da mãe Natureza, O ciclo normal das chuvas estão sendo alteradas não pelo el-nino mas sim pela mão do homem. É muito fácil de entender. Observe a Amazonas ainda temos uma densa biodiversidade de elementos vegetais a quantidade de floresta é imensa e úmida isto provoca chuvas torrenciais quase todos os dias, embora o solo seja muito pobre, a floresta é rica em vida animal. As arvores seguram o vento não deixando que circule livremente sendo que em uma área aberta ele cria força transformando em furacão. A influencia dos ventos sem a umidade necessária das arvores os rios e nascente secam mais rapidamente e o vento se encube de levar esta evaporação para lugares distantes, esta é a umidade do solo que causa a chuva. Porque alguns deserto nunca chove? Porque chove muito as vezes em um lugar só? Porque as alta temperaturas? Isto não acontecia antes do Homem começar a depredar...

Nova espécie descoberta na Caatinga

Gymnanthes Boticário
Embora a Caatinga seja o único bioma exclusivamente brasileiro, é também o menos pesquisado. Por ter apoiado um trabalho do Laboratório de Morfo-Taxonomia Vegetal da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)1, a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza2  foi homenageada na hora de se escolher um nome para uma nova espécie de planta, a Gymnanthes boticario.

A Gymnanthes boticario não é a primeira referência que a fundação recebe. Ela está no mesmo grupo que o anfíbio Megaelosia boticariana, os peixes Aphyolebias boticarioi e Listrura boticario, além de outra espécie vegetal, a Passiflora boticarioana Cervi.

Antes da descoberta, eram conhecidas 45 plantas do gênero Gymnanthes, três dessas endêmicas no Brasil. A planta foi descrita em artigo publicado em dezembro de 2010, no volume 40 da publicação Willdenowia – Anuário do Jardim Botânico e do Museu Botânico de Berlin-Dahlen3. O gênero Gymnanthes é da tribo Hippomaneae. A Gymnanthes boticario é da família Euphorbiaceae, a mesma de velames, urtigas, mameleiros e leiteiras, comuns na Caatinga.

A planta ocorre em áreas arenosas ou pedregosas, com altitudes entre 400 e 900 metros. A altura da espécie é de um a quatro metros, suas flores são pequenas, amarelo-creme e não exalam perfume. Sua ocorrência foi verificada nos estados Pernambuco, Piauí, Paraíba, Ceará, Bahia e Rio Grande do Norte.

A espécie foi coletada, pela primeira vez, em 31 de maio de 2006, em Mirandiba, no sertão pernambucano. Em 2007, a pesquisadora Maria de Fátima de Araújo Lucena registrou novos indivíduos no Parque Nacional Serra da Capivara (PI).

Gymnanthes Boticário
Novas populações da Gymnanthes boticario  foram encontradas em Pedra Branca (PB), na Serra de Olho d’Água, uma região a 740 metros de altitude. De acordo com Maria de Fátima, todos os espécimes já coletados foram encontrados em remanescentes de Caatinga bem preservados, com pouca intervenção humana e, por vezes, de difícil acesso, com vegetação predominante arbustiva e arbórea.

À época da descoberta, Maria de Fátima estava desenvolvendo sua tese de doutorado “Velames, urtigas, mameleiros e leiteiras: a diversidade de Euphorbiaceae no semiárido nordestino” com a orientação do professor Marccus Alves. Ela contou com a ajuda do especialista alemão Hans-Joachim Esser, do Botanische Staatssammlung de Munique4, tradicional instituição de pesquisa alemã, para a identificação da nova espécie.

Durante o projeto foi feito um inventário florístico da família Euphorbiaceae com necessidade de investigação científica ou cujo conhecimento botânico fosse escasso. Os locais selecionados para o estudo foram as unidades de conservação Parques Nacional Serra da Capivara, no Piauí, e o Parque Nacional Serra de Itabaiana, em Sergipe, o município de Mirandiba, a região dos Cariris Paraibanos e uma área no município de Porto da Folha (Sergipe).

Com os produtos gerados no projeto foi possível identificar o panorama da diversidade taxonômica desse grupo de plantas em algumas áreas do semiárido conta Maria de Fátima. Foram registradas 28 novas ocorrências de espécies da família para a região Nordeste, além de identificadas populações de espécies raras e a descoberta da nova espécie para a ciência. Também foi realizado extenso levantamento da família nos principais herbários da região, com o objetivo de complementar dados de distribuição geográfica das espécies.

Gymnanthes Boticário
A pesquisa confirmou a necessidade de inventariar novas áreas no bioma Caatinga. “A identificação de áreas e de ações prioritárias, como a pesquisa, tem-se mostrado um valioso instrumento para a conservação e proteção da Caatinga”, diz Maria de Fátima.

Por apresentarem alto potencial econômico, o gerenciamento sustentável de unidades de conservação e das áreas da Caatinga pode ajudar na manutenção das espécies da família Euphorbiaceae. “Ainda mais porque áreas como aquelas nas quais Gymnanthes boticario foi encontrada estão se tornado cada vez mais raras”, conta a pesquisadora. A Caatinga tem sido degradada pelo manejo inadequado de sua vegetação, exploração de pecuária extensiva e agricultura. “Essa situação coloca em risco a biodiversidade do bioma com número expressivo de espécies raras e endêmicas”, explica Maria de Fátima.

A região nordeste do Brasil comporta atualmente 245 espécies da família Euphorbiaceae, distribuídas, com maior frequência, nas áreas de Caatinga. Além dessa expressiva ocorrência, a família contempla um número considerável de espécies com potencial econômico no setor farmacológico-medicinal, industrial, madeireiro, ornamental, na produção de alimentos. Alguns exemplos são: mandioca (Manihot esculenta Crantz), mamona (Ricinus communis L), seringueira (Hevea brasiliensis), quebra-pedra (Phyllanthus niruri L), mameleiro (Croton blanchetianus Baill), quebra-faca (Croton micans Müll. Arg.), velame (Croton heliotropiifolius Kunth.), urtiga (Cnidosculos urens (L.) Arthur), flor-de-papagaio (Euphorbia pulcherrima), coroa-de-cristo (Euphorbia milli  Dês Moul.) e pinhão (Jatropha curcas L.). O potencial econômico da Gymnanthes boticario  não foi identificado.
(fonte: Eco.com)

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

 O presidente do Ibama, Abelardo Bayma, assinou a Instrução Normativa nº 15, de 22 de dezembro de 2010, publicada hoje (23) no Diário Oficial da União que regulamenta e atende o disposto na Resolução Conama n° 394, de 06 de novembro de 2007, que estabelece os critérios a ser considerados na definição das espécies da fauna silvestre de passeriformes, cujas criação e comercialização poderão ser permitidas. A medida atende também o que está definido no Art. 225, §1°, VII, da Constituição Federal de 1988, que preconiza que a fauna deve ser protegida, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco a sua função ecológica, provoquem a extinção das espécies ou submetam os animais a crueldade.
Esta nova instrução normativa foi construída com o apoio das lideranças do setor e do Congresso Nacional e legitimada depois de um longo e expressivo diálogo do Ibama com os segmentos deste importante setor da sociedade. Para o diretor de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas do Ibama, Américo Ribeiro Tunes, a medida atende o anseio da sociedade e, de forma transparente, facilita ainda mais as atividades dos criadores de passeriformes da fauna silvestre brasileira. Para Américo, “a instrução normativa moderniza o setor, propiciando a criação de passeriformes em cativeiro. Com a IN, espera-se uma maior oferta de passeriformes a preços menores, concorrendo em vantagem com a captura na natureza”.

A partir de agora, o manejo de passeriformes da fauna silvestre brasileira será coordenado pelo Ibama, para todas as etapas relativas às atividades de criação, reprodução, manutenção, treinamento, exposição, transporte, transferências, aquisição, guarda, depósito, utilização e realização de torneios. A medida também vai permitir que o Ibama requisite passeriformes dos criadouros para usar em programas de reintrodução dessas espécies na natureza.

Na Diretoria de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas (DBFlo), na Diretoria de Proteção Ambiental (Dipro) e em cada superintendência, gerência executiva, escritórios regionais e bases avançadas do Ibama, haverá 1 (um) servidor-titular e, no mínimo, 1 (um) suplente, designados pelo diretor, superintendente ou gerente-executivo respectivo, através de ordem de serviço, para responder pelo assunto objeto da instrução normativa. De acordo com os novos procedimentos, as atividades de controle do manejo de passeriformes vão poder ser delegadas aos órgãos estaduais de meio ambiente, mediante convênio específico, sem prejuízo da competência supletiva do Ibama para as atividades de fiscalização.

Deverão ser cadastrados no Ibama as seguintes categorias, de conformidade com os objetivos da manutenção, se ornitofílica ou de comercialização:


1. Criador Amador de Passeriformes da Fauna Silvestre Brasileira (CAP): Pessoa física que mantém em cativeiro, sem finalidade comercial, indivíduos das espécies de aves nativas da ordem Passeriformes, descritos nos Anexos I e II da Instrução Normativa, objetivando a contemplação, o estudo e a conservação de espécies de pássaros ou para desenvolvimento de tecnologia reprodutiva das espécies, com possibilidade, a critério do Ibama, de participação em programas de conservação do patrimônio genético das espécies envolvidas.


2. Criador Comercial de Passeriformes da Fauna Silvestre Brasileira (CCP): Pessoa física ou jurídica que mantém e reproduz, com finalidade comercial, indivíduos das espécies de aves nativas da ordem Passeriformes, descritos no Anexo I da Instrução Normativa.

Com a liberação da IN, acontece uma grande mudança nos procedimentos: o Ibama deixa de distribuir anilhas e passa a fornecer apenas o número da anilha a criadouro devidamente cadastrado. Em relação a anilhas, há outra novidade: sócios-criadouros terão direito a, no máximo, dez anilhas. Antes, eram 50. E, nesta categoria, não é permitido o comércio – apenas a permuta –, para que fique assegurada a variabilidade genética. Um outro fato positivo é que os criadouros com boa performance poderão optar por vender os filhotes, com emissão de nota fiscal.

O povo brasileiro tem o hábito de criar pássaros canoros silvestres como animais de estimação. Durante muitos anos, isso tem sido feito de forma desordenada, sem controle e gerando-se denúncias e maus-tratos. Para minimizar esta situação, o Ibama publicou portarias regulamentando alguns procedimentos para disciplinar o setor, evitar a captura de aves na natureza, definir data-limite para a participação em torneios de aves e para definir quais as espécies que podem ser criadas com fins amadoristas. A nova IN estabelece critérios nítidos e objetivos para a realização da fiscalização (o que se permite e o que não se permite), com amplo direito à defesa.

É bom lembrar que, a partir de 2001, a atividade de criação amadorista de passeriformes passou a ser controlada diretamente pelo Ibama, podendo optar o criador por se filiar ou não a uma federação. A partir deste ano, todo controle do setor ornitófilo começou a ser feito pelo Ibama. Foram publicadas outras instruções normativas e uma delas para definir o recadastramento de criadores passeriformes, que hoje é feito totalmente pela internet.

Com a publicação da nova instrução normativa, o Ibama avança nesta construção conjunta e atende a antigo anseio desta comunidade. A fauna silvestre brasileira agradece pelo entendimento. Para maiores esclarecimentos e informações, a instrução normativa e outras normatizações estão disponíveis no site do Ibama.
(fonte: IBAMA)

Partido Verde cumpre função social e planta mudas de Ipê e Juá no Sertão do Estado da Paraíba

O Partido Verde (PV), recém implantado no Sertão da Paraíba, comemorou os 25 anos de existência da legenda no Brasil, nessa segunda-feira (17), cumprindo a função social sugerida pelo seu próprio nome. Os dirigentes do PV no município de Brejo do Cruz realizaram o plantio de espécies em extinção, como o Ipê e o Juá.
O ato foi aos pés da serra da turmalina “onde brota água cristalina” que sofre constantemente com o desmatamento. “Nossa cidade tem uma beleza incomparável que é esta serra. Temos que, com atos dos cidadãos e políticas públicas dos nossos políticos, preservar esta que é a nossa maior riqueza natural. Precisamos parar de fingir que estamos fazendo política, arregaçarmos as mangas e efetivamente cuidar do nosso meio ambiente”, ressaltou o presidente do PV em Brejo do Cruz, Álvares Kamark.

Kamark lembrou ainda que “o PV nacional nasceu de pessoas com idéias de mudar novos conceitos, principalmente ambientais, em Brejo do Cruz não foi diferente, no dia 23/11/2010 foi oficializado o PV nesta cidade com objetivos de atentar para as questões ambientais de forma mais efetiva”.

“O Partido Verde vem pra Brejo do Cruz, não para ser apenas mais um partido, e sim com filosofias e conceitos próprios pra mostrar que mesmo uma cidade tão pequena como esta pode dar um passo pequeno para o homem, mas gigantesco para a humanidade, em se plantar uma sementes de sonhos no fértil solo da esperança podemos colher frutos suculentos para o futuro dos nossos descendentes”.
 
(fonte:políticapb.com)

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Policia Ambiental de Caicó faz apreensão de passáros em Jardim de Piranhas

Policiais Militares do 2º Pelotão Ambiental de Caicó se deslocaram na manhã desta quinta feira para a cidade de Jardim de Piranhas e naquela cidade realizaram varias apreensões de pássaros silvestre, espécies ameaçadas de extinção.

Entre os Pássaros apreendidos estão três (03) galos de campina, dois (02) canários da terra, um (01) concriz, um (01) caboclo, um (01) bigode, quatro (04) golinhas e uma rolinha cascavilinha.

Ao todo, os Policiais também apreenderam 12 pássaros silvestres e 17 gaiolas. A Guarnição CIPAM 01 foi comandada pelo Sargento Cincinato e ainda composta pelos Policiais M.Dantas,  Jailson e Batista.
(fonte: Blog do Eduardo Dantas)

sábado, 11 de dezembro de 2010

Brasil responde por 52% de toda a emissão de gases estufa na América Latina

Brasil, Argentina, Venezuela e México são responsáveis por 79% das emissões de gases que causam o efeito estufa na América Latina, indica um relatório das Nações Unidas divulgado nesta segunda-feira na Cúpula sobre Mudança Climática (COP-16)
O documento do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e da Comissão Econômica Para a América Latina e o Caribe (Cepal), desenvolvido com o apoio do instituto GRID Arendal, destaca que o Brasil sozinho fornece 52% das emissões de toda a região.

O estudo adverte que as emissões globais de dióxido de carbono (CO2) na América Latina em 2006, excluindo as por mudança no uso da terra, foram de 38,754 bilhões de toneladas métricas.

Analisando dados de 2005, a pesquisa assinala que a média das emissões per capita da região, também excluindo as por mudança no uso da terra, foi de 5,5 toneladas métricas de CO2, sendo que Trinidad e Tobago, Uruguai, Venezuela e Argentina registraram, nessa ordem, as maiores emissões por habitante.

As principais fontes de emissão de gases do efeito estufa na América Latina são a mudança no uso da terra e silvicultura, agricultura e energia, acrescenta o documento, intitulado "Os Gráficos Vitais da Mudança Climática na América Latina e Caribe".
Por países, o Brasil é o maior emissor por mudança no uso da terra, com mais de 800 mil toneladas métricas de CO2.
"A importância da agricultura na região se vê refletida também nas emissões, tendo Brasil, Paraguai, Argentina, Jamaica e Colômbia uma participação significativa deste setor no total de suas emissões", ressalta o estudo.

Quanto às emissões por energia na região, os dois países que mais contribuem são México e Brasil, que juntos emitem mais de 500 mil toneladas de CO2.

"Apesar de ainda não sermos grandes emissores, se a América Latina seguir crescendo de maneira contínua e com a mesma plataforma produtiva, poderemos nos transformar em grandes emissores no futuro", indicou o pesquisador da Cepal e coautor do documento, Luis Miguel Galindo, em entrevista coletiva para apresentar os resultados do estudo.

Segundo Galindo, América Latina e Caribe têm um índice de emissões de 1.152 toneladas de CO2 por cada milhão de dólares do seu Produto Interno Bruto (PIB), muito superior à média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), que é de 481 toneladas de CO2 por cada milhão de dólares de PIB.
(fonte: veja.com)

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Encontrado na Rússia descendentes de Pé Grande (Sasquatch)

Em meados da década de de 1970, no vilarejo [pequena cidade] de Tkhina, no Abkhazian ou Republica de Abkhazia [costa leste do Mar Negro], foi encontrado, pela primeira vez na História de Criptozoologia, o crânio desta mítica criatura conhecida como Big-Foot ou Pé Grande. Moradores antigos da região ainda lembram de indivíduos vivos da espécie. No local, também existe a dupla sepultura de uma mãe Pé-Grande e seu filho. Um calçado de borracha marcado com a data de 1888 foi tirado da sepultura da mulher. Havia outros Pés-Grandes que conviviam com as pessoas, como outra fêmea, chamada Zana que também ali tem seu túmulo.
A escavação foi conduzida por Igor Burtsev, jovem cientista e já proeminente personalidade da Criptozoologia no leste europeu. Burtsev passou muitos anos tentando obter o direito de investigar em Tkhina, onde Zana costumava viver. A autorização foi, finalmente, concedida.
Sobre Zana, o presidente do Conselho local de moradores, Apollon Dumava conta: Eu não vi Zana pessoalmente. Ela se foi 50 anos antes do meu nascimento. Porém, meus parentes mais velhos lembravam dela. Como esquecer? Ela tinha mais de dois metros de altura, braços muito longos e fortes coberto de densa pelagem. carregava facilmente sacas com 10 quilos de grãos usando apenas uma das mãos. Mas seus quadris curvilíneos, apesar dos seios caídos, a testa lisa, os grandes olhos vermelhos, ela despertava o desejo dos homens.
Igor Burtsev
Mas apesar das relações aparentemente amigáveis com o povo do vilarejo, um dia Zana foi tocaiada e capturada em uma ravina do rio Adzyubzha. Ela foi caçada por um comerciante local. Não era tarefa fácil. A Yeti sempre foi muito rápida e arguta. Mas a armadilha foi preparada. Uma cueca vermelha serviu de isca. Ela gostava de roupas e ao se aproximar da peça, enquanto tentava vesti-la, foi apanhada. Este caçador foi quem deu a ela o nome Zana, porque zan significa negra na língua local.
Ela ficou presa em uma vala devidamente fechada com uma grade guarnecida com afiados troncos. Tornou-se atração para crianças que se divertiam atormentando-a, jogando paus e bolas de terra. Ela reagia, rosnava. Ela passou alguns anos ali sendo domesticada. Quando o caçador achou seguro, ela foi transferida para uma cabana. Dormia no chão, em um nicho que mesma cavou no chão. Esta sempre sem roupas. Jamais aprendeu a usar colheres e pratos. Comia com as mãos. Também não aprendeu a falar, mas podia reconhecer o próprio nome. Ela sabia tirar as botas de seu captor e imitava perfeitamente o som do ranger do portão.
Porém, os homens são cruéis. Além de aprisionar a Yeti em condições de vida aviltantes, davam-lhe vinho e bebiam com ela. Agressivos, muitos homens mantiveram relações sexuais com a Yeti. Ela ficou grávida. Seu primeiro filho era, portanto, um híbrido. Ela o levou a um riacho e banhou o bebê em água gelada. A criança morreu. O mesmo aconteceu com o segundo filho. Depois disso, o caçador tomou suas precauções e retirava os nascituros da mãe antes do banho gelado. O terceiro filho sobreviveu e foram quatro, ao todo, que vingaram [sobreviveram] desta forma, sob cuidados de aldeões: dois machos e duas fêmeas.
Na exumação da filha de Zana encontrou-se uma forma
humana hibrida
Ninguém sabia quem eram os pais. Anos depois, durante um censo, a paternidade dos filhos da Yeti foi atribuída a um morador local, Kamshish Sabekia, que admitiu ter se relacionado com Zana várias vezes antes de se casar. [Como se isso amenizasse a aberração do sujeito]. Ainda há quem se lembre de um desses híbridos. Seu nome era Khvit. Alto, mais de dois metros, pele cinzenta, cabelos encaracolados e lábios grossos, herança genética de sua mãe. Ele viveu em Tkhina toda a sua vida e morreu em 1954, antes de completar 70 anos. Ele não gostava das crianças, que entravam em seu jardim para roubar uvas e peras.
Certa ocasião, Khvit teve uma briga com um parente. O homem reagiu e golpeou Khvit com uma enxada atingindo-lhe o braço direito. Ferimento grave, o membro teve de ser amputado. Apollon recorda a imagem incrível daquela pessoa enorme, fortíssima, arando sua terra com um braço apenas. Khvit era um ser humano. Falava, casou-se duas vezes e teve duas filhas e um filho.
Crânio de Khwit filha de Zana

Uma das filhas, Abkhazia, morreu precocemente: eletrocutada, mas deixou um filho. Robert Kukubava que guarda um álbum com fotos da família. Khvit e uma de suas irmãs eram muito parecidos com Zana. Já a filha mais velha de Khvit, neta de Zana, não se parece com avó exceto pelos olhos. A mais nova, Raisa e seu irmão Shuliko [filhos de Khvit, netos de Zana] conservaram mais os traços da raça: mandíbula baixa, maçãs do rosto salientes, lábios carnudos e pele escura.
Nos últimos 30 anos, Igor Burtsev encontrou quase todos os descendentes de Zana. Porém, ele ainda queria encontrar Zana, seus restos mortais, esqueleto, crânio. Há 35 anos atrás um crânio de fêmea foi recuperado no cemitério de Tkhin. Exames estabeleceram que o crânio pertencera a uma mulher negra que, de algum modo, chegou ao Cáucaso. Já o crânio de Khvit, também recuperado, era somente parcialmente humano. Meditemos...

Fonte:http://english.pravda.ru

Top 10 curiosidades sobre o Meio Ambiente

1.No planeta estima-se que existam 4 600 espécies de mamíferos, 31 000 espécies de peixes e mais de 900 000 espécies de insetos, muitos dos quais ainda não estão identificados.

2.Estima-se que em cada ano se extinguem de 17000 a 25000 espécies de seres vivos em todo o Mundo. Só na Europa há cerca de 1500 plantas em risco de extinção ou já extintas.

3.A preservação das espécies autóctones é absolutamente necessária. Nos Estados Unidos da América só são cultivadas duas espécies de feijão verde e no Canadá 50% do trigo cultivado é de uma só variedade. Na Europa, de 145 raças autóctones de gado 115 estão em perigo de extinção.

4.Todos os anos são destruídos mais de 13 milhões de hectares de floresta tropical. Se as contas forem feitas, isto representa a destruição de 35 mil hectares por dia, 1500 hectares por hora e 25 hectares por minuto.

5.A poluição dos rios e oceanos pode ser a causa da redução de muitas populações animais. É o que se pensa estar a acontecer com a população de beluga ou baleia-branca, no canal de São Lorenço, no Canadá. Pensa-se que em 1900, mais de 5 000 animais viviam nesta zona, mas actualmente estima-se que a população esteja reduzida a apenas 450 indivíduos. Pesquisadores acreditam que o lixo tóxico lançado pelas indústrias situadas ao longo do rio será a causa de mortalidade destes animais, já que exames aos seus corpos revelam altos níveis de produtos químicos nocivos, como policlorados, DDT, mercúrio e cádmio.

6.Muitas espécies de tubarão encontram-se ameaçadas de extinção. A lista de espécies em perigo incluem o tubarão-martelo e o tubarão-azul, que desaparecem a um ritmo de 50 000 animais por ano, apanhados "acidentalmente" em anzóis nas costais do Havai.

7.A pesca do bacalhau caiu, entre 1968 e 1992, cerca de 70%, não por um aumento da consciência ecológica, mas devido ao estado debilitado dos stocks pesqueiros.

8.As populações de garoupa estão em franco declínio, devido à destruição dos recifes de coral no mundo inteiro. Por exemplo, nas Filipinas, os corais são envenenados com cianeto para a captura deste peixe.

9.A tartaruga-verde, que existe nas costas do Brasil, está em extinção. Em cada mil nascimentos, apenas uma ou duas sobrevivem.

10.Os rios amazónicos são os rios com maior diversidade de espécies de peixe no mundo. Já foram descritas mais de 1500 espécies, mas estima-se que existam pelo menos o dobro. Este número é quinze vezes maior do que o número de espécies encontradas nos rios da Europa.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Está em análise na Câmara o Projeto de Lei 7427/10, do deputado Carlos Santana (PT-RJ), que descriminaliza a manutenção, como animais domésticos, de animais silvestres que não estejam ameaçados de extinção. A proposta altera a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98), que pune com detenção de um a seis meses e multa a guarda doméstica de animais silvestres.

A legislação já prevê a possibilidade de o juiz, dependendo das circunstâncias, deixar de aplicar a pena caso a espécie não esteja ameaçada de extinção. O objetivo da proposta é "descriminalizar a posse e a guarda de animal doméstico quando ficar caracterizado que não se trata de tráfico de animal silvestre".

Para o autor do projeto, o tráfico de animais silvestres deve continuar sendo severamente reprimido. "Entretanto, às pessoas que de boa fé já possuem, há algum tempo, um animal silvestre deve ser assegurada a oportunidade de regularizar a situação e o direito de manter seus animais", argumenta.

De acordo com Carlos Santana, a estimativa é de que os lares brasileiros abriguem atualmente cerca de 15 milhões de animais silvestres. O parlamentar ressaltou que não é possível reintroduzir esses animais na natureza, devido ao seu grau de domesticação.
Tramitação

A proposta tramita apensada em conjunto. Quando uma proposta apresentada é semelhante a outra que já está tramitando, a Mesa da Câmara determina que a mais recente seja apensada à mais antiga. Se um dos projetos já tiver sido aprovado pelo Senado, este encabeça a lista, tendo prioridade. O relator dá um parecer único, mas precisa se pronunciar sobre todos. Quando aprova mais de um projeto apensado, o relator faz um texto substitutivo ao projeto original. O relator pode também recomendar a aprovação de um projeto apensado e a rejeição dos demais. ao PL 347/03 e aguarda votação pelo Plenário.
(fonte: envolverde.com)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Egito transforma deserto em florestas utilizando água reaproveitada

O governo egípcio desafia a natureza ao regar áreas desérticas com água reaproveitada para convertê-las em florestas, cujas superfícies já equivalem ao território do Panamá.
A diferença verificada após a intervenção humana é significativa. Onde antes havia uma paisagem desértica e inóspita, agora há áreas verdes cobertas de árvores de alto valor econômico como álamos, papiros e eucaliptos. 
Tudo isso foi possível graças à água que utilizam, poluem e desperdiçam todos os dias os 80 milhões de egípcios. Ironicamente, esta é a melhor opção para as chamadas "florestas feitas à mão".
"A água residual pode transformar o que não é fértil, como o deserto, em algo fértil, já que contém nitrogênio, micronutrientes e substâncias orgânicas ricas para a terra", disse à agência de notícias Efe o professor do Instituto de Pesquisa de Solo, Água e Ambiente Nabil Kandil, especializado na análise de terrenos desérticos adequados para o florestamento.
A opinião é compartilhada pelo professor do Departamento de Pesquisa de Contaminação da Água, Hamdy el Awady, que até ressalta a superioridade das plantas regadas com água reaproveitada.
"Esse tipo de água tem muito mais nutrientes do que a água tratada e, por isso, é uma fonte extra de nutrição que pode fazer com que as plantas resistentes aos climas hostis cresçam mais rápido e, inclusive, tenham folhas mais verdes", explica El Awady.
 
 
DESERTO É MAIORIA
 
Os dois professores sabem bem da importância de equilibrar a oferta e a demanda em um país que produz 7 milhões de metros cúbicos de água residual ao ano e que, ao mesmo tempo, tem 95% de seu território coberto por desertos estéreis ou com pouca vegetação.
Ao todo, há 34 florestas ao longo do país, localizadas em cidades como Ismailia e Sinai, no norte, e em regiões turísticas do sul, como Luxor e Assuã, num total de 71,4 mil quilômetros quadrados que equivalem à superfície total do Panamá.
De acordo com o governo egípcio, há outras dez florestas em processo de "construção", em uma área de 18,6 mil quilômetros quadrados.
Os mais de 71 mil quilômetros quadrados de floresta plantados até agora são resultado das análises de solo, clima e água que possibilitaram a escolha das espécies de árvores capazes de sobreviver em condições extremas.
"A boa notícia é que as plantas são seletivas. São elas que selecionam a quantidade de água e os nutrientes necessários para sobreviver", explica El Awady.
A maioria das espécies cultivadas até agora é de árvores como álamos, papiros, casuarinas e eucaliptos, semeadas para responder à demanda de madeira do país, além de plantas para produzir biocombustíveis como a jatrofa e a jojoba, e para fabricar óleo, como a colza, a soja e o girassol.
Para Kandil, estes resultados são a prova de que o problema não é a terra, pois no Egito há de sobra, mas de onde extrair a água. Obtê-la das estações de tratamento primário --onde são eliminados os poluentes sólidos-- foi a saída mais barata, especialmente porque os sistemas de irrigação que transportam e bombeiam o líquido são os mesmos utilizados há anos pelos camponeses egípcios.
Apesar desta água exigir precaução devido à presença de poluentes e aos impactos da mudança no ecossistema para a biodiversidade sejam desconhecidos, o projeto, implementado pelo Ministério de Agricultura em parceria com o de Ambiente, parece ter obtido sucesso.
De acordo com Kandil, as "florestas feitas à mão" não só combatem as secas, a desertificação e a erosão. "[Elas] aproveitam a água residual, maximizam o benefício para os agricultores e satisfazem as necessidades de madeira do Egito, gerando benefícios econômicos para o país", acrescenta. 
(fonte: folha.com)

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Portugal planeja construir eco-cidade com cérebro próprio para tomar decisões




Ilustração mostra a Eco-cidade que será  construída em Portugal
 Os Emirados Árabes e a China planejam erguer suas próprias eco-cidades (cidades ecológicas), mas a de Portugal deve se tornar a primeira completamente construída até 2015 --a previsão é de que abra as portas já no próximo ano.
Na eco-cidade de Paredes, no distrito do Porto, a água será tratada com energia renovável e os edifícios terão telhados cobertos com plantas para reduzir a temperatura local e também para absorver os poluentes e a água proveniente da chuva.

Estas são algumas características semelhantes a outras eco-cidades, mas o diferencial da PlanIT Valley, como é chamada a versão portuguesa, será seu cérebro. O complexo utilizará dados coletados por uma rede de sensores, semelhante a um sistema nervoso, para controlar a geração de energia e da água e o tratamento de resíduos como se fosse um "metabolismo urbano", cita o executivo-chefe da empresa responsável pela execução do projeto, Steven Lewis, da Living Planit.

Sensores em cada um dos prédios serão capazes de medir a ocupação, a temperatura, a umidade e a energia consumida. E essas informações poderão ser usadas para controlar a cidade toda: se um sensor mostrar que ao nível de água está baixo em um edifício, o sistema vai transferir a água de outro prédio que a tenha em excesso.

De acordo com os fabricantes, uma central urbana vai processar todos os dados coletados pelos sistema de sensores --cerca de 5 petabytes diários. E, para prevenir problemas com coletivos, cada prédio terá sua própria unidade computadorizada que funcionará individualmente.

Além disso, a PlanIT Valley terá câmeras de monitoramento que serão capazes de localizar crianças perdidas em shoppings centers, por exemplo, e cruzar dados como roupa e aparência para ver se se enquadram na descrição do pequeno.

Segundo o projeto, a cidade também terá capacidade para reciclar ou transformar em energia 80% do lixo. Com enzimas para estimular micróbios a digerir o lixo, surgirão resíduos que poderão ser fermentados ou destilados em biocombustíveis --e usados em carros ou na geração de eletricidade.

Já os restos que não podem ser digeridos serão aquecidos em um reator a 400 ºC, sem a presença de oxigênio, um processo conhecido como pirólise, para gerar energia ou mesmo fertilizantes.

Nem mesmo a separação de lixo que estamos acostumados a fazer com plásticos e vidros será necessária. Todo material passaria por uma central que eliminaria a contaminação orgânica, resultando em mais material reciclável no final do processo.
(fonte: folha .com)