Páginas

Relogio

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Típico do Brasil, felino vesgo fica famoso na Alemanha

Zoo tenta ficar famoso com felino vesgo
O zoológico de Delitzsch, na Alemanha, ficou famoso no país por causa de um jaguarundi (Puma yagouaroundi), felino típico da América Latina. Contudo, Frank, como é chamado, tem um diferencial da maioria dos animais da espécie: ele é vesgo. O animal é uma tentativa do estabelecimento chamar a atenção depois que um zoo concorrente fez sucesso ao apresentar um marsupial vesgo. As informações são da agência Reuters.
O marsupial Heidi virou sucesso no Youtube e tem mais de 70 mil amigos no Facebook. Aproveitando o sucesso da concorrência, o zoo de Delitzsch tenta ganhar fama com sua "estrela".
Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), o jaguarundi sofre com o desmatamento e fragmentação de seu habitat, causados principalmente pela agricultura.
A espécie tem pequeno porte (em média 5 kg) e hábitos noturnos. Passa a maior parte do tempo no chão, mas se move com facilidade nas árvores. O animal se alimenta de pequenos mamíferos, pássaros e répteis.
(fonte:terra.com)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Apreensão de aves ameaçadas de extinção em Caicó

Sd Kastberg - Sd Batista - Sd Jailson - Sd Gildeberto - Sgt. Cincinato
Aves apreendidas
Policiais ambientais do Pelotão de Caicó na guarnição comandada pelo sargento Cincinato realizaram na manhã de ontem a apreensão de pelo menos 12 aves ameaçadas de extinção na cidade de Caicó.
O Trabalho realizado pelos Policiais da CIPAM se deu no perimetro irrigado Itans Sabugi, mais precisamente na Vila I do Sabugi,  quando um morador do local estava criando em cativeiro 12  aves tipo "Asa Branca",  que foram apreendidas e conduzidas para a sede da Policia Ambiental.

A Policia Ambiental de Caicó ganhou recentemente uma nova viatura para atender as ocorrências,  e com isso está podendo desenvolver um melhor trabalho de proteção ambiental no seridó.


                              Nota do Blog:
A polícia Ambiental de Caicó vem  mostrando serviço ao longo do tempo,  a pesar,  de ainda não contar com equipamentos necessários para um melhor desenvolvimento  de seus trabalhos. Apreensões como estas só são possíveis graças  aos excelentes profissionais que  compõem a Cipam Caicó e a participação popular que vêm aos poucos tomando consiência da grandeza do que é o Meio Ambiente; participe destas ações e  denuncie ligando para o Telefone 84 99762590 que estaremos prontos para lhe atender.

Ailton Lima


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Separação de iceberg na Antártida pode afetar aquecimento

                                  Foto divulgada nesta segunda (31) mostra o glaciar em mares australianos; teme-se que o bloco afete correntes marítimas

sábado, 22 de janeiro de 2011

El Niño

É um fenômeno meteorológico natural que se repete de 2 a 7 anos, em média, e decorre do aumento anormal da temperatura do Oceano Pacífico, atingindo mais intensamente o Peru. A costa peruana é caracterizada por águas muito frias. Como a substituição  das águas normalmente frias por quentes costuma ocorrer logo após o Natal, esse fenômeno meteorológico passou a ser chamado de El Niño ( o Menino Jesus, em espanhol). Há registros de sua  ocorrência desde a época do descobrimento da América. O aquecimento das águas superficiais do Pacífico interfere no regime de ventos e, portanto, no deslocamento das nuvens e no regime das chuvas, gerando alterações  significativas do clima em todo o planeta. Grandes secas na Índia, no Nordeste do Brasil, na Austrália, Indonésia e África podem ser decorrentes do fenômeno, assim como algumas enchentes no Sul e Sudeste do Brasil, Peru, Equador e no Meio Oeste dos Estados Unidos. Em  algumas áreas, observam-se  temperaturas mais elevadas que  o normal ( como é o caso das regiões central e Sudeste do Brasil, durante o inverno), enquanto em outras ocorrem frio e neve em excesso. Especificamente no Brasil, o El Niño provoca chuvas intensas no Sul e secas mais severas no Norte e Nordeste.  O Estado de São Paulo está localizado numa zona de transição. Aqui o El Niño provoca chuvas ligeiramente acima do normal, mas também provoca uma melhor distribuição de chuvas em alguns meses (setembro, novembro, abril e maio). Isso significa que o fenômeno  pode apresentar aspectos negativos, como a maior possibilidade de ocorrência de inundações, mas também pode ser benéfico, desde que se esteja convenientemente preparado para enfrentá-lo. Assim, a melhor distribuição de chuvas pode beneficiar a agricultura. Do ponto de vista  hidrológico, o El Niño aumenta a chance de ocorrência de vazões mais  elevadas em rios do Estado de São Paulo. Isso pode provocar enchentes e  inundações, mas ao mesmo tempo, também com o aumento da vazão dos  rios, melhora as condições de geração de energia e abastecimento de água . El NINO eu diária EL DEPREDAÇÃO, Como ambientalista as graves mudanças climáticas não seria nada mais com a retirada da roupa da mãe Natureza, O ciclo normal das chuvas estão sendo alteradas não pelo el-nino mas sim pela mão do homem. É muito fácil de entender. Observe a Amazonas ainda temos uma densa biodiversidade de elementos vegetais a quantidade de floresta é imensa e úmida isto provoca chuvas torrenciais quase todos os dias, embora o solo seja muito pobre, a floresta é rica em vida animal. As arvores seguram o vento não deixando que circule livremente sendo que em uma área aberta ele cria força transformando em furacão. A influencia dos ventos sem a umidade necessária das arvores os rios e nascente secam mais rapidamente e o vento se encube de levar esta evaporação para lugares distantes, esta é a umidade do solo que causa a chuva. Porque alguns deserto nunca chove? Porque chove muito as vezes em um lugar só? Porque as alta temperaturas? Isto não acontecia antes do Homem começar a depredar...

Nova espécie descoberta na Caatinga

Gymnanthes Boticário
Embora a Caatinga seja o único bioma exclusivamente brasileiro, é também o menos pesquisado. Por ter apoiado um trabalho do Laboratório de Morfo-Taxonomia Vegetal da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)1, a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza2  foi homenageada na hora de se escolher um nome para uma nova espécie de planta, a Gymnanthes boticario.

A Gymnanthes boticario não é a primeira referência que a fundação recebe. Ela está no mesmo grupo que o anfíbio Megaelosia boticariana, os peixes Aphyolebias boticarioi e Listrura boticario, além de outra espécie vegetal, a Passiflora boticarioana Cervi.

Antes da descoberta, eram conhecidas 45 plantas do gênero Gymnanthes, três dessas endêmicas no Brasil. A planta foi descrita em artigo publicado em dezembro de 2010, no volume 40 da publicação Willdenowia – Anuário do Jardim Botânico e do Museu Botânico de Berlin-Dahlen3. O gênero Gymnanthes é da tribo Hippomaneae. A Gymnanthes boticario é da família Euphorbiaceae, a mesma de velames, urtigas, mameleiros e leiteiras, comuns na Caatinga.

A planta ocorre em áreas arenosas ou pedregosas, com altitudes entre 400 e 900 metros. A altura da espécie é de um a quatro metros, suas flores são pequenas, amarelo-creme e não exalam perfume. Sua ocorrência foi verificada nos estados Pernambuco, Piauí, Paraíba, Ceará, Bahia e Rio Grande do Norte.

A espécie foi coletada, pela primeira vez, em 31 de maio de 2006, em Mirandiba, no sertão pernambucano. Em 2007, a pesquisadora Maria de Fátima de Araújo Lucena registrou novos indivíduos no Parque Nacional Serra da Capivara (PI).

Gymnanthes Boticário
Novas populações da Gymnanthes boticario  foram encontradas em Pedra Branca (PB), na Serra de Olho d’Água, uma região a 740 metros de altitude. De acordo com Maria de Fátima, todos os espécimes já coletados foram encontrados em remanescentes de Caatinga bem preservados, com pouca intervenção humana e, por vezes, de difícil acesso, com vegetação predominante arbustiva e arbórea.

À época da descoberta, Maria de Fátima estava desenvolvendo sua tese de doutorado “Velames, urtigas, mameleiros e leiteiras: a diversidade de Euphorbiaceae no semiárido nordestino” com a orientação do professor Marccus Alves. Ela contou com a ajuda do especialista alemão Hans-Joachim Esser, do Botanische Staatssammlung de Munique4, tradicional instituição de pesquisa alemã, para a identificação da nova espécie.

Durante o projeto foi feito um inventário florístico da família Euphorbiaceae com necessidade de investigação científica ou cujo conhecimento botânico fosse escasso. Os locais selecionados para o estudo foram as unidades de conservação Parques Nacional Serra da Capivara, no Piauí, e o Parque Nacional Serra de Itabaiana, em Sergipe, o município de Mirandiba, a região dos Cariris Paraibanos e uma área no município de Porto da Folha (Sergipe).

Com os produtos gerados no projeto foi possível identificar o panorama da diversidade taxonômica desse grupo de plantas em algumas áreas do semiárido conta Maria de Fátima. Foram registradas 28 novas ocorrências de espécies da família para a região Nordeste, além de identificadas populações de espécies raras e a descoberta da nova espécie para a ciência. Também foi realizado extenso levantamento da família nos principais herbários da região, com o objetivo de complementar dados de distribuição geográfica das espécies.

Gymnanthes Boticário
A pesquisa confirmou a necessidade de inventariar novas áreas no bioma Caatinga. “A identificação de áreas e de ações prioritárias, como a pesquisa, tem-se mostrado um valioso instrumento para a conservação e proteção da Caatinga”, diz Maria de Fátima.

Por apresentarem alto potencial econômico, o gerenciamento sustentável de unidades de conservação e das áreas da Caatinga pode ajudar na manutenção das espécies da família Euphorbiaceae. “Ainda mais porque áreas como aquelas nas quais Gymnanthes boticario foi encontrada estão se tornado cada vez mais raras”, conta a pesquisadora. A Caatinga tem sido degradada pelo manejo inadequado de sua vegetação, exploração de pecuária extensiva e agricultura. “Essa situação coloca em risco a biodiversidade do bioma com número expressivo de espécies raras e endêmicas”, explica Maria de Fátima.

A região nordeste do Brasil comporta atualmente 245 espécies da família Euphorbiaceae, distribuídas, com maior frequência, nas áreas de Caatinga. Além dessa expressiva ocorrência, a família contempla um número considerável de espécies com potencial econômico no setor farmacológico-medicinal, industrial, madeireiro, ornamental, na produção de alimentos. Alguns exemplos são: mandioca (Manihot esculenta Crantz), mamona (Ricinus communis L), seringueira (Hevea brasiliensis), quebra-pedra (Phyllanthus niruri L), mameleiro (Croton blanchetianus Baill), quebra-faca (Croton micans Müll. Arg.), velame (Croton heliotropiifolius Kunth.), urtiga (Cnidosculos urens (L.) Arthur), flor-de-papagaio (Euphorbia pulcherrima), coroa-de-cristo (Euphorbia milli  Dês Moul.) e pinhão (Jatropha curcas L.). O potencial econômico da Gymnanthes boticario  não foi identificado.
(fonte: Eco.com)

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

 O presidente do Ibama, Abelardo Bayma, assinou a Instrução Normativa nº 15, de 22 de dezembro de 2010, publicada hoje (23) no Diário Oficial da União que regulamenta e atende o disposto na Resolução Conama n° 394, de 06 de novembro de 2007, que estabelece os critérios a ser considerados na definição das espécies da fauna silvestre de passeriformes, cujas criação e comercialização poderão ser permitidas. A medida atende também o que está definido no Art. 225, §1°, VII, da Constituição Federal de 1988, que preconiza que a fauna deve ser protegida, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco a sua função ecológica, provoquem a extinção das espécies ou submetam os animais a crueldade.
Esta nova instrução normativa foi construída com o apoio das lideranças do setor e do Congresso Nacional e legitimada depois de um longo e expressivo diálogo do Ibama com os segmentos deste importante setor da sociedade. Para o diretor de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas do Ibama, Américo Ribeiro Tunes, a medida atende o anseio da sociedade e, de forma transparente, facilita ainda mais as atividades dos criadores de passeriformes da fauna silvestre brasileira. Para Américo, “a instrução normativa moderniza o setor, propiciando a criação de passeriformes em cativeiro. Com a IN, espera-se uma maior oferta de passeriformes a preços menores, concorrendo em vantagem com a captura na natureza”.

A partir de agora, o manejo de passeriformes da fauna silvestre brasileira será coordenado pelo Ibama, para todas as etapas relativas às atividades de criação, reprodução, manutenção, treinamento, exposição, transporte, transferências, aquisição, guarda, depósito, utilização e realização de torneios. A medida também vai permitir que o Ibama requisite passeriformes dos criadouros para usar em programas de reintrodução dessas espécies na natureza.

Na Diretoria de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas (DBFlo), na Diretoria de Proteção Ambiental (Dipro) e em cada superintendência, gerência executiva, escritórios regionais e bases avançadas do Ibama, haverá 1 (um) servidor-titular e, no mínimo, 1 (um) suplente, designados pelo diretor, superintendente ou gerente-executivo respectivo, através de ordem de serviço, para responder pelo assunto objeto da instrução normativa. De acordo com os novos procedimentos, as atividades de controle do manejo de passeriformes vão poder ser delegadas aos órgãos estaduais de meio ambiente, mediante convênio específico, sem prejuízo da competência supletiva do Ibama para as atividades de fiscalização.

Deverão ser cadastrados no Ibama as seguintes categorias, de conformidade com os objetivos da manutenção, se ornitofílica ou de comercialização:


1. Criador Amador de Passeriformes da Fauna Silvestre Brasileira (CAP): Pessoa física que mantém em cativeiro, sem finalidade comercial, indivíduos das espécies de aves nativas da ordem Passeriformes, descritos nos Anexos I e II da Instrução Normativa, objetivando a contemplação, o estudo e a conservação de espécies de pássaros ou para desenvolvimento de tecnologia reprodutiva das espécies, com possibilidade, a critério do Ibama, de participação em programas de conservação do patrimônio genético das espécies envolvidas.


2. Criador Comercial de Passeriformes da Fauna Silvestre Brasileira (CCP): Pessoa física ou jurídica que mantém e reproduz, com finalidade comercial, indivíduos das espécies de aves nativas da ordem Passeriformes, descritos no Anexo I da Instrução Normativa.

Com a liberação da IN, acontece uma grande mudança nos procedimentos: o Ibama deixa de distribuir anilhas e passa a fornecer apenas o número da anilha a criadouro devidamente cadastrado. Em relação a anilhas, há outra novidade: sócios-criadouros terão direito a, no máximo, dez anilhas. Antes, eram 50. E, nesta categoria, não é permitido o comércio – apenas a permuta –, para que fique assegurada a variabilidade genética. Um outro fato positivo é que os criadouros com boa performance poderão optar por vender os filhotes, com emissão de nota fiscal.

O povo brasileiro tem o hábito de criar pássaros canoros silvestres como animais de estimação. Durante muitos anos, isso tem sido feito de forma desordenada, sem controle e gerando-se denúncias e maus-tratos. Para minimizar esta situação, o Ibama publicou portarias regulamentando alguns procedimentos para disciplinar o setor, evitar a captura de aves na natureza, definir data-limite para a participação em torneios de aves e para definir quais as espécies que podem ser criadas com fins amadoristas. A nova IN estabelece critérios nítidos e objetivos para a realização da fiscalização (o que se permite e o que não se permite), com amplo direito à defesa.

É bom lembrar que, a partir de 2001, a atividade de criação amadorista de passeriformes passou a ser controlada diretamente pelo Ibama, podendo optar o criador por se filiar ou não a uma federação. A partir deste ano, todo controle do setor ornitófilo começou a ser feito pelo Ibama. Foram publicadas outras instruções normativas e uma delas para definir o recadastramento de criadores passeriformes, que hoje é feito totalmente pela internet.

Com a publicação da nova instrução normativa, o Ibama avança nesta construção conjunta e atende a antigo anseio desta comunidade. A fauna silvestre brasileira agradece pelo entendimento. Para maiores esclarecimentos e informações, a instrução normativa e outras normatizações estão disponíveis no site do Ibama.
(fonte: IBAMA)

Partido Verde cumpre função social e planta mudas de Ipê e Juá no Sertão do Estado da Paraíba

O Partido Verde (PV), recém implantado no Sertão da Paraíba, comemorou os 25 anos de existência da legenda no Brasil, nessa segunda-feira (17), cumprindo a função social sugerida pelo seu próprio nome. Os dirigentes do PV no município de Brejo do Cruz realizaram o plantio de espécies em extinção, como o Ipê e o Juá.
O ato foi aos pés da serra da turmalina “onde brota água cristalina” que sofre constantemente com o desmatamento. “Nossa cidade tem uma beleza incomparável que é esta serra. Temos que, com atos dos cidadãos e políticas públicas dos nossos políticos, preservar esta que é a nossa maior riqueza natural. Precisamos parar de fingir que estamos fazendo política, arregaçarmos as mangas e efetivamente cuidar do nosso meio ambiente”, ressaltou o presidente do PV em Brejo do Cruz, Álvares Kamark.

Kamark lembrou ainda que “o PV nacional nasceu de pessoas com idéias de mudar novos conceitos, principalmente ambientais, em Brejo do Cruz não foi diferente, no dia 23/11/2010 foi oficializado o PV nesta cidade com objetivos de atentar para as questões ambientais de forma mais efetiva”.

“O Partido Verde vem pra Brejo do Cruz, não para ser apenas mais um partido, e sim com filosofias e conceitos próprios pra mostrar que mesmo uma cidade tão pequena como esta pode dar um passo pequeno para o homem, mas gigantesco para a humanidade, em se plantar uma sementes de sonhos no fértil solo da esperança podemos colher frutos suculentos para o futuro dos nossos descendentes”.
 
(fonte:políticapb.com)

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Policia Ambiental de Caicó faz apreensão de passáros em Jardim de Piranhas

Policiais Militares do 2º Pelotão Ambiental de Caicó se deslocaram na manhã desta quinta feira para a cidade de Jardim de Piranhas e naquela cidade realizaram varias apreensões de pássaros silvestre, espécies ameaçadas de extinção.

Entre os Pássaros apreendidos estão três (03) galos de campina, dois (02) canários da terra, um (01) concriz, um (01) caboclo, um (01) bigode, quatro (04) golinhas e uma rolinha cascavilinha.

Ao todo, os Policiais também apreenderam 12 pássaros silvestres e 17 gaiolas. A Guarnição CIPAM 01 foi comandada pelo Sargento Cincinato e ainda composta pelos Policiais M.Dantas,  Jailson e Batista.
(fonte: Blog do Eduardo Dantas)

sábado, 11 de dezembro de 2010

Brasil responde por 52% de toda a emissão de gases estufa na América Latina

Brasil, Argentina, Venezuela e México são responsáveis por 79% das emissões de gases que causam o efeito estufa na América Latina, indica um relatório das Nações Unidas divulgado nesta segunda-feira na Cúpula sobre Mudança Climática (COP-16)
O documento do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e da Comissão Econômica Para a América Latina e o Caribe (Cepal), desenvolvido com o apoio do instituto GRID Arendal, destaca que o Brasil sozinho fornece 52% das emissões de toda a região.

O estudo adverte que as emissões globais de dióxido de carbono (CO2) na América Latina em 2006, excluindo as por mudança no uso da terra, foram de 38,754 bilhões de toneladas métricas.

Analisando dados de 2005, a pesquisa assinala que a média das emissões per capita da região, também excluindo as por mudança no uso da terra, foi de 5,5 toneladas métricas de CO2, sendo que Trinidad e Tobago, Uruguai, Venezuela e Argentina registraram, nessa ordem, as maiores emissões por habitante.

As principais fontes de emissão de gases do efeito estufa na América Latina são a mudança no uso da terra e silvicultura, agricultura e energia, acrescenta o documento, intitulado "Os Gráficos Vitais da Mudança Climática na América Latina e Caribe".
Por países, o Brasil é o maior emissor por mudança no uso da terra, com mais de 800 mil toneladas métricas de CO2.
"A importância da agricultura na região se vê refletida também nas emissões, tendo Brasil, Paraguai, Argentina, Jamaica e Colômbia uma participação significativa deste setor no total de suas emissões", ressalta o estudo.

Quanto às emissões por energia na região, os dois países que mais contribuem são México e Brasil, que juntos emitem mais de 500 mil toneladas de CO2.

"Apesar de ainda não sermos grandes emissores, se a América Latina seguir crescendo de maneira contínua e com a mesma plataforma produtiva, poderemos nos transformar em grandes emissores no futuro", indicou o pesquisador da Cepal e coautor do documento, Luis Miguel Galindo, em entrevista coletiva para apresentar os resultados do estudo.

Segundo Galindo, América Latina e Caribe têm um índice de emissões de 1.152 toneladas de CO2 por cada milhão de dólares do seu Produto Interno Bruto (PIB), muito superior à média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), que é de 481 toneladas de CO2 por cada milhão de dólares de PIB.
(fonte: veja.com)

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Encontrado na Rússia descendentes de Pé Grande (Sasquatch)

Em meados da década de de 1970, no vilarejo [pequena cidade] de Tkhina, no Abkhazian ou Republica de Abkhazia [costa leste do Mar Negro], foi encontrado, pela primeira vez na História de Criptozoologia, o crânio desta mítica criatura conhecida como Big-Foot ou Pé Grande. Moradores antigos da região ainda lembram de indivíduos vivos da espécie. No local, também existe a dupla sepultura de uma mãe Pé-Grande e seu filho. Um calçado de borracha marcado com a data de 1888 foi tirado da sepultura da mulher. Havia outros Pés-Grandes que conviviam com as pessoas, como outra fêmea, chamada Zana que também ali tem seu túmulo.
A escavação foi conduzida por Igor Burtsev, jovem cientista e já proeminente personalidade da Criptozoologia no leste europeu. Burtsev passou muitos anos tentando obter o direito de investigar em Tkhina, onde Zana costumava viver. A autorização foi, finalmente, concedida.
Sobre Zana, o presidente do Conselho local de moradores, Apollon Dumava conta: Eu não vi Zana pessoalmente. Ela se foi 50 anos antes do meu nascimento. Porém, meus parentes mais velhos lembravam dela. Como esquecer? Ela tinha mais de dois metros de altura, braços muito longos e fortes coberto de densa pelagem. carregava facilmente sacas com 10 quilos de grãos usando apenas uma das mãos. Mas seus quadris curvilíneos, apesar dos seios caídos, a testa lisa, os grandes olhos vermelhos, ela despertava o desejo dos homens.
Igor Burtsev
Mas apesar das relações aparentemente amigáveis com o povo do vilarejo, um dia Zana foi tocaiada e capturada em uma ravina do rio Adzyubzha. Ela foi caçada por um comerciante local. Não era tarefa fácil. A Yeti sempre foi muito rápida e arguta. Mas a armadilha foi preparada. Uma cueca vermelha serviu de isca. Ela gostava de roupas e ao se aproximar da peça, enquanto tentava vesti-la, foi apanhada. Este caçador foi quem deu a ela o nome Zana, porque zan significa negra na língua local.
Ela ficou presa em uma vala devidamente fechada com uma grade guarnecida com afiados troncos. Tornou-se atração para crianças que se divertiam atormentando-a, jogando paus e bolas de terra. Ela reagia, rosnava. Ela passou alguns anos ali sendo domesticada. Quando o caçador achou seguro, ela foi transferida para uma cabana. Dormia no chão, em um nicho que mesma cavou no chão. Esta sempre sem roupas. Jamais aprendeu a usar colheres e pratos. Comia com as mãos. Também não aprendeu a falar, mas podia reconhecer o próprio nome. Ela sabia tirar as botas de seu captor e imitava perfeitamente o som do ranger do portão.
Porém, os homens são cruéis. Além de aprisionar a Yeti em condições de vida aviltantes, davam-lhe vinho e bebiam com ela. Agressivos, muitos homens mantiveram relações sexuais com a Yeti. Ela ficou grávida. Seu primeiro filho era, portanto, um híbrido. Ela o levou a um riacho e banhou o bebê em água gelada. A criança morreu. O mesmo aconteceu com o segundo filho. Depois disso, o caçador tomou suas precauções e retirava os nascituros da mãe antes do banho gelado. O terceiro filho sobreviveu e foram quatro, ao todo, que vingaram [sobreviveram] desta forma, sob cuidados de aldeões: dois machos e duas fêmeas.
Na exumação da filha de Zana encontrou-se uma forma
humana hibrida
Ninguém sabia quem eram os pais. Anos depois, durante um censo, a paternidade dos filhos da Yeti foi atribuída a um morador local, Kamshish Sabekia, que admitiu ter se relacionado com Zana várias vezes antes de se casar. [Como se isso amenizasse a aberração do sujeito]. Ainda há quem se lembre de um desses híbridos. Seu nome era Khvit. Alto, mais de dois metros, pele cinzenta, cabelos encaracolados e lábios grossos, herança genética de sua mãe. Ele viveu em Tkhina toda a sua vida e morreu em 1954, antes de completar 70 anos. Ele não gostava das crianças, que entravam em seu jardim para roubar uvas e peras.
Certa ocasião, Khvit teve uma briga com um parente. O homem reagiu e golpeou Khvit com uma enxada atingindo-lhe o braço direito. Ferimento grave, o membro teve de ser amputado. Apollon recorda a imagem incrível daquela pessoa enorme, fortíssima, arando sua terra com um braço apenas. Khvit era um ser humano. Falava, casou-se duas vezes e teve duas filhas e um filho.
Crânio de Khwit filha de Zana

Uma das filhas, Abkhazia, morreu precocemente: eletrocutada, mas deixou um filho. Robert Kukubava que guarda um álbum com fotos da família. Khvit e uma de suas irmãs eram muito parecidos com Zana. Já a filha mais velha de Khvit, neta de Zana, não se parece com avó exceto pelos olhos. A mais nova, Raisa e seu irmão Shuliko [filhos de Khvit, netos de Zana] conservaram mais os traços da raça: mandíbula baixa, maçãs do rosto salientes, lábios carnudos e pele escura.
Nos últimos 30 anos, Igor Burtsev encontrou quase todos os descendentes de Zana. Porém, ele ainda queria encontrar Zana, seus restos mortais, esqueleto, crânio. Há 35 anos atrás um crânio de fêmea foi recuperado no cemitério de Tkhin. Exames estabeleceram que o crânio pertencera a uma mulher negra que, de algum modo, chegou ao Cáucaso. Já o crânio de Khvit, também recuperado, era somente parcialmente humano. Meditemos...

Fonte:http://english.pravda.ru

Top 10 curiosidades sobre o Meio Ambiente

1.No planeta estima-se que existam 4 600 espécies de mamíferos, 31 000 espécies de peixes e mais de 900 000 espécies de insetos, muitos dos quais ainda não estão identificados.

2.Estima-se que em cada ano se extinguem de 17000 a 25000 espécies de seres vivos em todo o Mundo. Só na Europa há cerca de 1500 plantas em risco de extinção ou já extintas.

3.A preservação das espécies autóctones é absolutamente necessária. Nos Estados Unidos da América só são cultivadas duas espécies de feijão verde e no Canadá 50% do trigo cultivado é de uma só variedade. Na Europa, de 145 raças autóctones de gado 115 estão em perigo de extinção.

4.Todos os anos são destruídos mais de 13 milhões de hectares de floresta tropical. Se as contas forem feitas, isto representa a destruição de 35 mil hectares por dia, 1500 hectares por hora e 25 hectares por minuto.

5.A poluição dos rios e oceanos pode ser a causa da redução de muitas populações animais. É o que se pensa estar a acontecer com a população de beluga ou baleia-branca, no canal de São Lorenço, no Canadá. Pensa-se que em 1900, mais de 5 000 animais viviam nesta zona, mas actualmente estima-se que a população esteja reduzida a apenas 450 indivíduos. Pesquisadores acreditam que o lixo tóxico lançado pelas indústrias situadas ao longo do rio será a causa de mortalidade destes animais, já que exames aos seus corpos revelam altos níveis de produtos químicos nocivos, como policlorados, DDT, mercúrio e cádmio.

6.Muitas espécies de tubarão encontram-se ameaçadas de extinção. A lista de espécies em perigo incluem o tubarão-martelo e o tubarão-azul, que desaparecem a um ritmo de 50 000 animais por ano, apanhados "acidentalmente" em anzóis nas costais do Havai.

7.A pesca do bacalhau caiu, entre 1968 e 1992, cerca de 70%, não por um aumento da consciência ecológica, mas devido ao estado debilitado dos stocks pesqueiros.

8.As populações de garoupa estão em franco declínio, devido à destruição dos recifes de coral no mundo inteiro. Por exemplo, nas Filipinas, os corais são envenenados com cianeto para a captura deste peixe.

9.A tartaruga-verde, que existe nas costas do Brasil, está em extinção. Em cada mil nascimentos, apenas uma ou duas sobrevivem.

10.Os rios amazónicos são os rios com maior diversidade de espécies de peixe no mundo. Já foram descritas mais de 1500 espécies, mas estima-se que existam pelo menos o dobro. Este número é quinze vezes maior do que o número de espécies encontradas nos rios da Europa.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Está em análise na Câmara o Projeto de Lei 7427/10, do deputado Carlos Santana (PT-RJ), que descriminaliza a manutenção, como animais domésticos, de animais silvestres que não estejam ameaçados de extinção. A proposta altera a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98), que pune com detenção de um a seis meses e multa a guarda doméstica de animais silvestres.

A legislação já prevê a possibilidade de o juiz, dependendo das circunstâncias, deixar de aplicar a pena caso a espécie não esteja ameaçada de extinção. O objetivo da proposta é "descriminalizar a posse e a guarda de animal doméstico quando ficar caracterizado que não se trata de tráfico de animal silvestre".

Para o autor do projeto, o tráfico de animais silvestres deve continuar sendo severamente reprimido. "Entretanto, às pessoas que de boa fé já possuem, há algum tempo, um animal silvestre deve ser assegurada a oportunidade de regularizar a situação e o direito de manter seus animais", argumenta.

De acordo com Carlos Santana, a estimativa é de que os lares brasileiros abriguem atualmente cerca de 15 milhões de animais silvestres. O parlamentar ressaltou que não é possível reintroduzir esses animais na natureza, devido ao seu grau de domesticação.
Tramitação

A proposta tramita apensada em conjunto. Quando uma proposta apresentada é semelhante a outra que já está tramitando, a Mesa da Câmara determina que a mais recente seja apensada à mais antiga. Se um dos projetos já tiver sido aprovado pelo Senado, este encabeça a lista, tendo prioridade. O relator dá um parecer único, mas precisa se pronunciar sobre todos. Quando aprova mais de um projeto apensado, o relator faz um texto substitutivo ao projeto original. O relator pode também recomendar a aprovação de um projeto apensado e a rejeição dos demais. ao PL 347/03 e aguarda votação pelo Plenário.
(fonte: envolverde.com)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Egito transforma deserto em florestas utilizando água reaproveitada

O governo egípcio desafia a natureza ao regar áreas desérticas com água reaproveitada para convertê-las em florestas, cujas superfícies já equivalem ao território do Panamá.
A diferença verificada após a intervenção humana é significativa. Onde antes havia uma paisagem desértica e inóspita, agora há áreas verdes cobertas de árvores de alto valor econômico como álamos, papiros e eucaliptos. 
Tudo isso foi possível graças à água que utilizam, poluem e desperdiçam todos os dias os 80 milhões de egípcios. Ironicamente, esta é a melhor opção para as chamadas "florestas feitas à mão".
"A água residual pode transformar o que não é fértil, como o deserto, em algo fértil, já que contém nitrogênio, micronutrientes e substâncias orgânicas ricas para a terra", disse à agência de notícias Efe o professor do Instituto de Pesquisa de Solo, Água e Ambiente Nabil Kandil, especializado na análise de terrenos desérticos adequados para o florestamento.
A opinião é compartilhada pelo professor do Departamento de Pesquisa de Contaminação da Água, Hamdy el Awady, que até ressalta a superioridade das plantas regadas com água reaproveitada.
"Esse tipo de água tem muito mais nutrientes do que a água tratada e, por isso, é uma fonte extra de nutrição que pode fazer com que as plantas resistentes aos climas hostis cresçam mais rápido e, inclusive, tenham folhas mais verdes", explica El Awady.
 
 
DESERTO É MAIORIA
 
Os dois professores sabem bem da importância de equilibrar a oferta e a demanda em um país que produz 7 milhões de metros cúbicos de água residual ao ano e que, ao mesmo tempo, tem 95% de seu território coberto por desertos estéreis ou com pouca vegetação.
Ao todo, há 34 florestas ao longo do país, localizadas em cidades como Ismailia e Sinai, no norte, e em regiões turísticas do sul, como Luxor e Assuã, num total de 71,4 mil quilômetros quadrados que equivalem à superfície total do Panamá.
De acordo com o governo egípcio, há outras dez florestas em processo de "construção", em uma área de 18,6 mil quilômetros quadrados.
Os mais de 71 mil quilômetros quadrados de floresta plantados até agora são resultado das análises de solo, clima e água que possibilitaram a escolha das espécies de árvores capazes de sobreviver em condições extremas.
"A boa notícia é que as plantas são seletivas. São elas que selecionam a quantidade de água e os nutrientes necessários para sobreviver", explica El Awady.
A maioria das espécies cultivadas até agora é de árvores como álamos, papiros, casuarinas e eucaliptos, semeadas para responder à demanda de madeira do país, além de plantas para produzir biocombustíveis como a jatrofa e a jojoba, e para fabricar óleo, como a colza, a soja e o girassol.
Para Kandil, estes resultados são a prova de que o problema não é a terra, pois no Egito há de sobra, mas de onde extrair a água. Obtê-la das estações de tratamento primário --onde são eliminados os poluentes sólidos-- foi a saída mais barata, especialmente porque os sistemas de irrigação que transportam e bombeiam o líquido são os mesmos utilizados há anos pelos camponeses egípcios.
Apesar desta água exigir precaução devido à presença de poluentes e aos impactos da mudança no ecossistema para a biodiversidade sejam desconhecidos, o projeto, implementado pelo Ministério de Agricultura em parceria com o de Ambiente, parece ter obtido sucesso.
De acordo com Kandil, as "florestas feitas à mão" não só combatem as secas, a desertificação e a erosão. "[Elas] aproveitam a água residual, maximizam o benefício para os agricultores e satisfazem as necessidades de madeira do Egito, gerando benefícios econômicos para o país", acrescenta. 
(fonte: folha.com)

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Portugal planeja construir eco-cidade com cérebro próprio para tomar decisões




Ilustração mostra a Eco-cidade que será  construída em Portugal
 Os Emirados Árabes e a China planejam erguer suas próprias eco-cidades (cidades ecológicas), mas a de Portugal deve se tornar a primeira completamente construída até 2015 --a previsão é de que abra as portas já no próximo ano.
Na eco-cidade de Paredes, no distrito do Porto, a água será tratada com energia renovável e os edifícios terão telhados cobertos com plantas para reduzir a temperatura local e também para absorver os poluentes e a água proveniente da chuva.

Estas são algumas características semelhantes a outras eco-cidades, mas o diferencial da PlanIT Valley, como é chamada a versão portuguesa, será seu cérebro. O complexo utilizará dados coletados por uma rede de sensores, semelhante a um sistema nervoso, para controlar a geração de energia e da água e o tratamento de resíduos como se fosse um "metabolismo urbano", cita o executivo-chefe da empresa responsável pela execução do projeto, Steven Lewis, da Living Planit.

Sensores em cada um dos prédios serão capazes de medir a ocupação, a temperatura, a umidade e a energia consumida. E essas informações poderão ser usadas para controlar a cidade toda: se um sensor mostrar que ao nível de água está baixo em um edifício, o sistema vai transferir a água de outro prédio que a tenha em excesso.

De acordo com os fabricantes, uma central urbana vai processar todos os dados coletados pelos sistema de sensores --cerca de 5 petabytes diários. E, para prevenir problemas com coletivos, cada prédio terá sua própria unidade computadorizada que funcionará individualmente.

Além disso, a PlanIT Valley terá câmeras de monitoramento que serão capazes de localizar crianças perdidas em shoppings centers, por exemplo, e cruzar dados como roupa e aparência para ver se se enquadram na descrição do pequeno.

Segundo o projeto, a cidade também terá capacidade para reciclar ou transformar em energia 80% do lixo. Com enzimas para estimular micróbios a digerir o lixo, surgirão resíduos que poderão ser fermentados ou destilados em biocombustíveis --e usados em carros ou na geração de eletricidade.

Já os restos que não podem ser digeridos serão aquecidos em um reator a 400 ºC, sem a presença de oxigênio, um processo conhecido como pirólise, para gerar energia ou mesmo fertilizantes.

Nem mesmo a separação de lixo que estamos acostumados a fazer com plásticos e vidros será necessária. Todo material passaria por uma central que eliminaria a contaminação orgânica, resultando em mais material reciclável no final do processo.
(fonte: folha .com)



quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Preserve o meio ambiente com atitudes simples

Papel:
Se 1 milhão de pessoas usarem o verso do papel para escrever e desenhar, a cada mês será preservada uma área de floresta equivalente a 18 campos de futebol.







Descarga:
Quando você aciona a descarga para se livrar de uma bituca de cigarro, 12 litros de água tratada descem pelo ralo. Se 1 milhão de pessoas perdessem esse hábito, seriam economizados 360 milhões de litros de água. Esse volume equivale à água que cai nas cataratas do Iguaçú a cada 4 minutos.





Pilhas e Baterias
As 800 milhões de baterias e pilhas vendidas todo ano no Brasil contém metais pesados tóxicos, que podem contaminar o solo e a água. Em contato com seres humanos, atacam o cérebro, os rins e os pulmões. Quando for descartá-las, procure um posto de coleta especial.



Goteiras:
Os médicos recomendam que você beba pelo menos 2 litros de água por dia. Uma única goteira pode desperdiçar 150 litros diários, ou seja, água suficiente para matar a sua sede por mais de 2 meses.




Reciclagem de lixo:
A reciclagem de uma única latinha de alumínio economiza energia suficiente para manter um aparelho de TV ligado durante 3 horas.






Maravilhas da natureza

A GRANDE BARREIRA DE CORAIS DA AUSTRÁLIA

No Mar Coral, entre o Trópico de Capricórnio e o equador está a Grande Barreira de Coral, uma das grandes maravilhas naturais do mundo. A barreira é uma longa, estreita, e em sua maior parte, submersa formação de coral que percorre paralelamente o litoral. A Grande Barreira que começa na costa de Queensland no nordeste australiano é a maior barreira de coral do mundo. Se estende por aproximadamente 2000Km do norte para o sul, um comprimento comparável a costa pacífica dos Estados Unidos. A área é de 207.000 Quilômetros quadrados. A barreira é composta pelos restos de esqueletos de pequenos corais. O coral é um tipo de invertebrado ou animal sem a coluna vertebral. O coral apoia seus corpos macios em conchas de ossos, material feito por carbonato de cálcio. Quando um coral morre, sua concha fica, e outro coral cresce sobre ela. Por milhões de anos, muitos restos foram cobertos por organismos simples como algas e plâncton, plantas submersas e detritos do oceano. Com o tempo, um habitat estava criado, servindo de casa para os mais diversos tipos de organismos, cada um ocupando um nicho específico, ou relação com os outros organismos na comunidade do coral.
A grande barreira foi criada sobre uma orla do continente, em águas quentes o suficiente para o coral florescer. A abundância da vida marinha nos arredores da Grande barreira é impressionante. Ao lado dos corais há outras formas de vida, incluindo anêmonas, minhocas, lagostas, etc. Os vertebrados, incluem as aves marinhas e mais de 1500 espécies de peixes. Muitos peixes possuem cores brilhantes e formas esquisitas. Apesar da vida animal ser variada, a vegetação é bastante limitada, tendo aproximadamente, 30 a 40 variedades.A pesca é muito dificultada pela irregularidade do fundo marinho. As tartarugas que eram capturadas para alimentação, agora são protegidas pela lei.
A indústria de pérola ainda é praticada por alguns nativos do norte. A Grande barreira é a maior atração turística da Austrália.
A Barreira ficou conhecida através da exploração do Captão James Cook, no século XVIII. Seu navio encalhou na barreira. A exploração, iniciada por Cook, continuou pelo século XIX. Em 1928-29, um estudo científico estudou intensivamente a fisiologia e a ecologia dos corais. Um Laboratório para estudos modernos de plantas e animais foi inaugurado em 1956, na Ilha Heron.

CATARATAS DO IGUAÇÚ

Entre as mais espetaculares paisagens da América do Sul estão as Cataratas do Iguaçu. Estão localizadas numa extensão do Rio Iguaçu, que forma a fronteira entre Brasil e Argentina. A largura dessas quedas em formato de uma pata de cavalo são de quase 2,5 milhas (4 Km) , 4 vezes mais que a de Niágara, na América do Norte. As quedas se dividem em 275, variando entre 200 e 269 pés (61 - 81 metros) de altura. O nome das quedas, como o do rio, é derivado do Guarani (Dialeto Paraguaio), que significa "Grande Água"
Muitas das quedas individuais são quebradas no meio do caminho por bordas. O desvio da água e o spray que ascende, criam uma série de arco-íris. Dos pés das quedas, uma cortina de arco-íris ascende cerca de 500 pés para o ar. (150 metros)
Dois parques nacionais, no Brasil e na Argentina, foram instalados nas Cataratas do Iguaçu. Ambos foram criados para a preservação do cenário natural das quedas. Do lado brasileiro, as quedas podem ser vistas integralmente. E, turistas do lado argentino têm total liberdade de movimento; já no Brasil, há algumas restrições.
A vegetação da região é rica e variada. Plantas de água, inclusive a família que cresce em águas agitadas. Também há muitos contrastes : orquídeas crescendo perto de pinheiros, bambus perto de palmeiras.
O primeiro explorador espanhol que descobriu as quedas foi Alvar Nunez Cabeza de Vaca, em 1541. Os missionários jesuítas começaram a investigar as quedas durante 1700, mas foram cortados, com a expulsão dos Jesuítas da América do Sul, em 1767. 

MONTE FUJI

O Monte Fuji tem 3776 metros de altura, e é uma parada obrigatória para quem visita o Japão. Há muitos títulos atribuídos a ele, como : a montanha mais escalada no mundo, a montanha mais fotografada no mundo, a montanha mais reconhecida no mundo, e por aí vai. Talvez nenhum desses títulos sejam atribuídos a ele, mas, o mais provável que seja verdade é a montanha mais desenhada no mundo. Pinturas são facilmente reconhecidas. O Monte é quase que perfeitamente simétrico. O lado nordeste é uma cratera formada pela mais recente erupção em 1707.
História das Escaladas
Num passado não muito distante, as mulheres eram proibidas de escalar até o topo por causa da dessa da montanha, que teria ciúmes de outra mulher. Em 1867 foi escalado por Lady Parkes, mulher do ministro britânico. Todos os guias dizem isso, mas falham no que se diz respeito aos detalhes. Aliás, todos gostariam de saber qual foi a reação dos padres por exemplo. Será que ela encontrou alguma resistência ? Todos deviam estar cheiros de admiração por essa senhora que resistiu aos editos seculares e foi até o topo
Escalando o Fuji
A temporada oficial de escalada ao Monte Fuji é do dia 1 de Julho até 27 de Agosto. Os que escalam o lado norte do Monte Fuji usam a rota Yoshidaguchi , que corre todo o caminho de Fujiyoshida até o topo. No decorrer do caminho, há pontos chamados "Estações", onde há aposentos e serviços de emergência. A linha Fuji Subaru se junta a trilha na 5a. Estação na metade do caminho para o cume. Incluindo algumas paradas, normalmente leva 5 horas para se escalar da base para a 5a. Estação, 6 horas da 5a. Estação para o topo, e mais 4 horas para descer para a 5a. 



terça-feira, 2 de novembro de 2010

Aplicativo ajuda a monitorar a distribuição de água em diversas partes do planeta

A falta de acesso a água potável em locais como o África subsaariana já se tornou uma questão conhecida e combatida por governos e ONGs de todo o planeta. E uma das ferramentas mais utilizadas para garantir o acesso à água nessas comunidades é o poço. O problema, segundo o CEO da Water for People, Ned Breslin, é que atualmente até 60% desses equipamentos encontram-se quebrados ou disfuncionais.
Ele conta que depois que os poços são construídos, a população faz festas e celebra a novidade e os doadores ficam felizes e orgulhosos de sua boa ação. O problema vem depois, quando a falta de manutenção faz com que o equipamento se transforme em uma ruína em pouco tempo.
Para ajudar a acabar com esse cenário, a organização criou o Flow – um aplicativo que ajudar a identificar e divulgar esses locais e garantir que os poços sejam consertados no mínimo de tempo possível. Com ele, é possível que qualquer pessoa tire uma foto de um poço e publique a informação no Google Earth e Google Maps para que qualquer um veja a situação local.
Assim, membros da comunidade, empresários, professores, parceiros, funcionários, voluntários ou qualquer cidadão disposto a colaborar podem recolher dados com um celular com Android e compartilha-lo com o resto do mundo.
Segundo Breslin, a iniciativa é fundamental para que os poços não apenas existam, mas seja úteis e funcionais por muitos anos. "Eu quero saber que ainda estamos fornecendo água não só um ano a partir de hoje, mas daqui a 10 anos", disse em entrevista a Reuters.

Novo modelo de filantropia

A tecnologia também pode ser utilizada por postos de saúde rurais para informar sobre as doenças que estão atingindo a população local, quais os medicamentos e materiais necessários, ou quantos nascimentos ocorreram em um determinado período. Ela ainda pode ajudar os agricultores a avaliar melhor os mercados agrícolas e saber, por exemplo, qual o valor de venda dos grãos naquele dia.

E isso não é à toa. Para Breslin, um novo modelo de filantropia está surgindo com os novos aparatos tecnológicos e mostrando que é possível unir o planeta em prol de grandes causas com o uso de plataformas como o Flow. "Nós divulgamos a pobreza e logo depois esquecemos daquela comunidade. E eu quero incentivá-las para que tenham água [e outros bens] para sempre", completou.

Mistérios do Rio Nilo

O Rio Nilo sempre despertou um grande fascínio no coração e na mente dos homens de todos os tempos.

Testemunha do nascimento e morte de grandes civilizações. Beberam de suas águas grandes faraós, Moisés, Cleópatra, Alexandre, Napoleão e tantos outros personagens da história da humanidade.

Reverenciado e saudado em preces e cânticos, o Grande Rio é identificado como o deus Hapi e assim dizem os hieróglifos:

“Salve Hapi, aparece na Terra e vem dar vida ao Egito; tu que encobres tua vinda nas trevas... mas que invade os campos... para dar vida a todos que têm sede. Quando se levanta toda a Terra clama de alegria, de júbilo e exulta todo o ventre...”

Impassível, o Nilo continua sua trajetória, dividindo o deserto ao meio e separando o mundo dos vivos do mundo dos mortos, contemplando em suas margens cidades que nasceram e desapareceram, pirâmidesque superam o próprio passar do tempo, a esfinge guardiã, túmulos de reis e rainhas, templos, obeliscos, esculturas, pinturas e muitos outros tesouros da humanidade.

Mas que Rio é esse que parece contrariar todas as possibilidades, insistindo em correr do Sul para o Norte, direção contrária dos grandes rios conhecidos da Antigüidade.

Nos meses mais tórridos e secos do ano, após vencer o deserto por dois mil quilômetros, sem receber chuva e água de nenhum afluente, começa a encher e então transborda, e o que poderia ser prenúncio de uma tragédia é na verdade uma dádiva, inundando a areia, subjugando o deserto, revertendo à secura e a aridez da terra, até que, saciado e feliz por ter cumprido sua missão, retorna triunfante ao seu leito.

Então, por onde suas águas pardacentas passaram, a terra retribui com uma improvável fertilidade: as sementes germinam, o trigo e outras culturas brotam do solo, em suas margens cresce o papiro, usado no passado como papel e no revestimento de casas e barcos. E mais, após a vazante, o solo retém uma substância conhecida como natrão, cuja principal utilização é a conservação da matéria orgânica, dada a sua excelente capacidade de absorver a umidade do ar, sendo muito útil, portanto, no processo de mumificação.

Alguém o definiu como uma gigantesca linha da vida no meio do desespero, um imenso oásis. Realmente, ao redor do seu vale vive 90% da população do Egito, reunindo três fatores que garantem a prosperidade: a água, a terra arável e o trabalho humano, E, além disso, o Nilo é uma extraordinária via de acesso, plenamente navegável em boa parte do seu trajeto, fazendo com que os antigos egípcios pudessem até se dar ao luxo de prescindir da roda para se locomover por seu reino.

Muitos foram os que procuraram entender a obscura lógica do grande Rio. Os faraós mandaram instalar medidores, marcas nas pedras conhecidas como “nilômetros”, na tentativa de medir as cheias e, dessa forma, poder prever as safras.

Heródoto, o grego, encantou-se com os mistérios do Nilo e para lá viajou em 460 a.C. O Pai da História queria ver de perto aquilo que seu compatriota, o geógrafo Hecateu, afirmava com convicção: "O Egito é uma dádiva do Nilo”.

Mas Heródoto queria saber onde ficava a nascente daquele imenso aqueduto que atravessa toda a África. O grego, porém, desistiu de continuar a subir o rio assim que transpôs a primeira catarata e viu-se frente a frente com a densa e perigosa floresta africana. Mas isso não o impediu de afirmar que, em sua opinião, o Nilo brotaria de fontes que viriam das profundezas da terra.

Quinhentos anos depois, outro geógrafo, Ptolomeu, se debruçaria sobre a questão da nascente do Nilo. Em seu mapa de 150 d.C. ele apontava que o rio nasceria de dois grandes lagos alimentados pelo derretimento da neve das célebres Montanhas da Lua, tão presentes nas lendas africanas.

Napoleão Bonaparte também se deixou influenciar pelos mistérios do Nilo. Ao conquistar o Egito, com o mapa de Ptolomeu nas mãos, mandou que sua equipe, formada por especialistas de vários conhecimentos humanos, subisse o rio na tentativa de encontrar a sempre buscada nascente. A expedição chegou até Assuâ e a guerra com os ingleses interrompeu seu objetivo maior, mas não impediu que a França ficasse sabendo da existência de templos maravilhosos.

O pensador francês Montesquieu, no século XVIII, quis encerrar a discussão, ao afirmar: “não foi dado a nós mortais ver o Nilo frágil e na sua nascente”.

Mas a obsessão pela descoberta das nascentes do Nilo continuaria ao longo do tempo. Com o advento do século XIX, os ingleses e exploradores de outros países julgavam que não haveria mais mistérios na Terra a serem desvendados, a não ser, evidentemente, um que ainda teimava em persistir: onde nasceria o Nilo?

A incansável busca péla nascente, tem uma fácil explicação: Para se saber se o Nilo é realmente o rio mais extenso do mundo, e não o Amazonas, é preciso medi-lo. E, para medi-lo, é preciso saber onde ele começa.

A África, no século XIX, passou a ser conhecida como o “continente negro”, nome erroneamente atribuído a cor da sua população, mas que na realidade se referia aos pontos negros registrados nos mapas da época, indicando que várias regiões africanas eram ainda totalmente desconhecidas pelo homem branco.

A Real Sociedade Geográfica, principal centro de exploradores da época, estava em polvorosa. A Instituição se mostrava disposta a financiar uma expedição que resolvesse de vez o mistério do Nilo. Vários exploradores então se candidataram para a façanha, entre eles o experiente Richard Francis Burton e seu acompanhante John Speke. Uma busca incansável também seria feita pelo lendário Dr. David Livingstone e Henry Morton Stanley o jornalista que partiu em busca do missionário e explorador inglês que se encontrava totalmente perdido no continente africano.

Inúmeras hipóteses seriam então aventadas, fruto de várias expedições que se tornariam verdadeiras epopéias. Burton defendia a tese de que o Nilo nasceria no lago Tanganyka ou um pouco mais adiante.

Speke dizia que a nascente seria o Lago Victoria, mas admitia que poderia haver um outro lago que por sua vez alimentaria o Victoria.

Livingstone achava que Burton teria razão, mas acabou morrendo 1000 quilômetros de distância de onde o Nilo realmente brota.

Pesquisas mais recentes que contaram inclusive com a ajuda de imagens obtidas por satélite indicam que, na realidade, não existiria uma única nascente do Nilo e sim um complexo formado por um confuso sistema de rios, lagos e montanhas.

A conclusão a que os pesquisadores chegaram, utilizando técnicas modernas, é que o Grande Rio brota do chão saindo das profundezas da terra, no alto das montanhas do Burundi, a meio caminho entre os Lagos Tanganyka e Victoria.

Qual explorador dessa interminável linha do tempo estava certo? Todos tiveram a sua parcela de razão, mas talvez Ptolomeu tenha sido aquele que mais se aproximou da verdade.

Mas se hoje se sabe onde nasce o Nilo, qual seria o maior rio da Terra? O Nilo ou o Amazonas? Seria o Nilo se outras pesquisas mais recentes não indicassem que a verdadeira nascente do Amazonas pode não ser aquela que hoje é considerada e sim outra numa região ainda mais remota.

Passam-se os anos e o Nilo continua imperturbável face a vaidade humana, seguindo seu caminho de eterno mistério, enigma que se junta a outros que com certeza a areia do deserto ainda cobre.
(fonte: forum.angolaxyami.com)