INFORMAÇÕES, PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E CONCIENTIZAÇÃO NA PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE. DENUNCIAS E SUGESTÕES LIGUE: 84 99762590 - EMAIL: cipamcaico@hotmail.com. A SUA CONTRIBUIÇÃO SERÁ DE GRANDE VALIA PARA NÓS!
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Seca transforma cidades da Paraíba em cemitérios a céu aberto
O cenário não é inédito: longa estiagem, falta d’água, rios e pastos secos, famílias sem ter o que comer e animais morrendo de fome e sede, sendo deixados para trás, transformando a paisagem num cemitério a céu aberto. Mas fazia tempo - pelo menos 30 anos - que os agricultores do semiárido da Paraíba não sentiam de maneira tão perversa os efeitos de uma seca, a maior das últimas três décadas.
No meio de tanta dificuldade, as famílias que vivem diretamente os efeitos da estiagem contam com o apoio do poder público, instituições e até mesmo pessoas físicas que trabalham com ações de combate à seca. Uma dessas pessoas é o padre Djacy Brasileiro, que comanda a paróquia da cidade de Pedra Branca (localizada a 438 km de João Pessoa). Padre Djacy acompanha diariamente o drama de muitos sertanejos e amplia seu grito de socorro por meio de relatos e fotos que posta em redes sociais.
Sem água e capim para dar aos ovinos e bovinos, os pequenos criadores estão vendendo os animais, que perdem valor comercial graças ao baixo peso. Marcos Ferreira mora na zona rural da cidade de Cabaceiras ( localizada 180km de João Pessoa). O municipío conhecido nacionalmente como a 'Roliúde Nordestina', devido os mais de 20 filmes produzidos, como o Auto da Compadecida, tem o menor índice pluviométrico da Paraíba. Na semana passada, Ferreira vendeu um bovino por R$ 100. Em outra época, com o animal bem alimentado e com peso satisfatório, seu custo poderia chegar a R$ 1.200.
“Há meses que o mato está completamente seco. A gente anda pelas terras e encontra carcaças de bois e vacas espalhadas por todo canto. Não tem comida pra dá aos animais. O caso está grave”, lamenta Marcos Ferreira.
Sem dinheiro para alimentar os animais que ainda restam no pasto seco, os agricultores do semiárido – que compreende 75% do território paraibano – depende do Governo do Estado, que distribui ração aos pequenos produtores. “O Estado distribui, mas não dá. São apenas alguns quilos para cada criador”, informou o padre Djacy. Ele disse que o produto é vendido no comércio das pequenas cidades, mas que é inacessível para a maioria dos pequenos produtores, cuja única fonte de renda que sobrou é do Bolsa Família, programa do Governo Federal.
De acordo com a Secretaria de Infraestrutura do Estado, que coordena o Programa de Distribuição de Ração Animal, já foram distribuídas mais de 10 mil toneladas de ração animal e até o final deste ano outras nove toneladas serão entregues para 20 mil pequenos agricultores.
Água virou raridade
Para a maioria dos sertanejos paraibanos, água se tornou um produto raro. Tomar banho, lavar as roupas e aguar as plantas se tornaram sonhos que eles esperam um dia realizar. A realidade, hoje, é da busca constante por água para satisfazer necessidades mais imediatas, como beber, cozinhar e matar a sede dos animais.
Cento e nove carros pipas estão atendendo as cidades mais atingidas pela estiagem. A água é aguardada com ansiedade e cada gota é bastante disputada. De acordo com informações do Comitê Integrado de Combate à Seca na Região do Semi-Árido Brasileiro, a distribuição de água potável está sendo feita pelo Exército Brasileiro, com ajuda do Governo do Estado.
Mais de oito mil cisternas de placa (para consumo humano) deverão ser construídas em 72 cidades paraibanas a partir de janeiro de 2013. Conforme o gerente de apoio a programas governamentais do Estado, Luiz Lianza, o processo está em fase de cadastramentos das famílias. “Ao todo serão investidos mais de R$ 15 milhões e os recursos são fruto de uma parceria entre os governados federal e estadual”, acrescentou Lianza.
Bolsa Estiagem
Num período onde cada centavo é necessário para garantir a sobrevivência das famílias atingidas pela seca, os pequenos produtores sofrem com um outro problema grave: a ignorância. De acordo com a delegada federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) na Paraíba, Giucélia Figueiredo, 78 mil agricultores dos 195 municípios paraibanos em estado de emergência foram beneficiados com o programa “Bolsa Estiagem”. Entretanto, uma grande parte não foi ao banco sacar o valor.
A delegada fez um apelo para que os beneficiários do programa ‘Bolsa Estiagem’ vão retirar o dinheiro que está retido na Caixa Econômica Federal. “Cada agricultor cadastrado foi beneficiado com R$ 400, divididos em cinco parcelas e muitos que tiveram as parcelas depositas na Caixa nunca foram retirar o dinheiro”, informou a delegada.
A par da gravidade da situação vivida em mais de dois terços dos municípios paraibanos, Giucélia Figueiredo disse que o Bolsa Família (e o Bolsa Estiagem) são os únicos meios de sobrevivência que restam a esses agricultores. Para ela, são esses programas que têm permitido que haja tranqüilidade, mesmo diante de um cenário tão desanimador. “Se não fossem esses programas federais já tinha havido saques em supermercados em várias cidades, como já tivemos no passado”, completou.
Matéria do Portal Correio
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Laudo necroscópico do ITEP aponta que jovem encontrado no Rio Seridó morreu afogado
Saiu na tarde de hoje (quarta-feira) o laudo necroscópico feito no corpo do jovem Willian Sherman de França Rocha, residente na Rua Mundo Novo, 1050, Bairro Paraíba, que foi encontrado morto dentro do Rio Seridó próximo a Ilha de Sant'Ana em Caicó.
A necropsia feita pela médica legista Verônica Alcântara de Araújo apontou que o jovem morreu vitima de afogamento. A médica declarou que realizou um exame detalhado examinando inclusive a cabeça da vitima e chegou a conclusão de que a causa morte foi mesmo afogamento.
Na manhã de hoje (quarta-feira) o delegado Regional de Caicó Dr Getúlio Medeiros, concedeu entrevista a imprensa disse que iria trabalhar com a possibilidade de um crime de homicídio pelas caracteristicas encontradas no corpo tendo inclusive a vitima estado com um boné na mão. Como a vitima de um afogamento pode ficar com um boné na mão já que ele teria que se debater para tentar sobreviver ? disse Dr Getúlio Medeiros.
| Bombeiros a procura do corpo (foto: Sd Estevam - Pel. Ambiental) |
| Bombeiros a procura do corpo (foto: Sd Estevam - Pel. Ambiental) |
| Bombeiros a procura do corpo (foto: Sd Estevam - Pel. Ambiental) |
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Presidência da Associação de Subtenentes e Sargentos da PM-RN se reúne com Ministro da Justiça
A reunião tratou de três assuntos principais: (Fim da prisão administrativa para praça, voto em trânsito para Policiais e Bombeiros Militares e a regulametação da jornada de trabalho).
A diretoria da Associação Nacional de Entidades Representativas de Praças Militares Estaduais foi recebida na tarde da última terça-feira (31) pelo Ministro da Justiça Dr. José Eduardo Cardoso em Brasilia. A reunião atendia ao requerimento da ANASPRA, que pleiteava a discussão sobre a seguinte pauta:
- Fim da aplicação de Sanção
Disciplinar cerceadora de liberdade – Fim das penas de detimento e
prisão no âmbito das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares.
Com a proposição de emenda ao Decreto Federal 667/69 – R 200;
- O voto em trânsito válido para os
Militares Estaduais. Proposta junto ao MJ para a viabilização da
validação do voto do Policial Militar e do Bombeiro Militar que, nos
dias de eleição, trabalham em locais diferentes de seus domicílios
eleitorais.
Participaram da reunião o
Subtenente P. Queiroz (Presidente da ANASPRA) e Soldado Rogério do CE,
Sargento Eliabe e o Soldado Maribondo do RN, O Sargento Heder e o
Subtenente Gonzaga de MG, Cabo Michel do DF, Sargento Aragão – Deputado
Estadual no TO, Sargento Soares – Deputado Estadual em SC.
Essa foi a primeira vez que um
Ministro da Justiça recebeu formalmente Praças Policiais Militares e
Bombeiros Militares. Segundo o próprio Ministro José Eduardo Cardoso é
um espaço importante que está se estabelecendo e que deve ser mantido.
Sobre as proposições apresentadas, o
Ministro assumiu o compromisso de analisar as propostas e dar,
posteriormente um posicionamento sobre o assunto. Sugeriu por fim,
quando foi abordada a necessidade de se regulamentar a Jornada de
Trabalho para os Policiais Militares e Bombeiros Militares, que a
ANASPRA encaminhe ao MJ uma proposta que regule a Jornada de Trabalho.
Outros assuntos foram citados e
comentados demonstrando a necessidade de novas reuniões para o
encaminhamento de proposições que visam a melhor organização e atuação
dos trabalhadores da segurança pública.
Assessoria de Imprensa da ASSPMBM-RN
Imprensa@asspmbmrn.org.br
84.3223-8601
Assinar:
Postagens (Atom)