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Relogio

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Método israelense transforma águas residuais em papel


Um novo método desenvolvido em Israel usa as águas residuais de zonas residenciais para produzir papel, um método que contribui com o ambiente e ajuda a baratear o preço da água e do papel.
O curioso método foi inventado por Rafi Aharon, um médico da região de Tzur Yigal, informa o jornal "Yedioth Ahronoth" na quarta-feira.
Aharon garante que o processo utiliza um novo recurso de aproveitamento do material sólido, que é retido nos filtros das plantas urbanas de reciclagem e que são ricos em celulose.
"Da mesma forma que fazemos com o plástico", diz Aharon, "não há nenhuma razão para não fazer essa reciclagem".
Ele explica que 99,9% das águas que saem das casas são compostas por material líquido, sendo que apenas 0,10% pode ser considerada matéria sólida.
Para o especialista, esse pequeno percentual é muito aproveitável porque contém celulose proveniente de alimentos, além de papel higiênico.
O método reduz pela metade o material sólido e, por isso, a unidade de reciclagem precisa de menos eletricidade e produtos químicos para descontaminar a água, o que significa economia para os consumidores.
Depois de serem secados e purificados, os restos podem ser vendidos a empresas de papel a um preço inferior ao do papel reciclado comum.
O sistema já foi instalado no sul de Israel, mesmo lugar onde conseguiram fabricar grandes quantidades de celulose.

(fonte: folha.com)

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Interdição do Açude Mundo Novo pela Policia Ambiental de Caicó

Sgt. João Carlos e Sd. Batista

No dia 13 de Dezembro do corrente ano, a Guarnição comandada pelo Sgt. João Carlos do 2º Pel. de Polícia Ambiental de Caicó se deslocou até a EMPARN na RN 118 KM 08, no Sítio Mundo Novo para dar apoio aquele órgão no sentido de interditar a área do Manancial, haja visto, que no local se desenvolve varias pesquisas como: peixes em gaiolas, mudas naturais da caatinga, criação de galinhas entre outros.
       
Sgt. Cincinato


O apoio foi solicitado pelo gestor local, o Sr. José Augusto Filho, em virtude da área está sendo utilizada por pessoas não autorizadas que vinham degradando o local com piqueniques e pescas de forma danosa, deixando um rastro de poluição com o lixo não coletado e ainda suspeitas de uso e tráfico de drogas,  como também a prostituição de adolescentes naquela área.





                                                                                
Sd. Ailton

Polícia Ambiental de Caicó e Vigilância Sanitária desmancham criatório de animais em Área urbana de Jardim de Piranhas

Porcos e Ovelhas
Sd. Batista - Sgt. João Carlos - Sd Kaio
Animais sendo criados em área urbana
                   A Guarnição da Polícia Ambiental comandada pelo SGT. João Carlos deslocou-se até a cidade de Jardim de Piranhas para dar apoio a Vigilância Sanitária daquela localidade; Ao chegarem foram de encontro a pessoa de Rejane Alves dos Santos funcionária da Vigilância local, ao qual comunicou que o senhor Norberto Bernardo de Oliveira, morador da Rua Ana de Barros – centro, continuava a fazer criação de animais do tipo cavalos, porcos, ovelhas e vacas;  o detalhe que chama atenção é que este senhor já havia sido alertado pela vigilância Sanitária quanto as irregularidades que o mesmo estava cometendo, no entanto, como mostram as imagens a solicitação nunca foi atendida, o que estava desde muito tempo provocando o desagrado da vizinha próxima,  não só pelo mau cheiro provocado pelas fezes e urinas dos animais, mais também, pelo fato dos maus tratos a estes que em hipótese alguma deveriam estar  em área urbana.
              Diante dos fatos a Guarnição juntamente com a Vigilância Sanitária recolheu os animais (09 porcos - 05 Ovelhas - 01 Cavalo - 01 Boi - 01 Cachorro pitbull) para um local cedido pela prefeitura local até que se encontre uma solução definitiva para o problema em questão.

Fonte: Policia Ambiental - Sd. Ailton

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Senado aprova lei que enfraquece Ibama

O Senado aprovou por 49 votos a 7 um projeto de lei que, na prática, tira do Ibama o poder de multar desmatamentos ilegais.
O projeto regulamenta o artigo 23 da Constituição, que define as competências de União, Estados e Municípios na fiscalização de crimes ambientais.
O texto original, do deputado Sarney Filho (PV-MA), visava estabelecer atribuições dos entes federativos para melhorar o combate ao tráfico de animais. Porém, uma emenda de última hora inserida na Câmara alterou o texto, estabelecendo que a autuação só poderia ser feita pelo órgão licenciador. Como o licenciamento para desmatamentos é feito pelos Estados, o Ibama, na prática, ficaria sem poder de autuar.
No ano passado, a então senadora Marina Silva (PV-AC) tentou corrigir a distorção, apresentando três emendas ao projeto. Todas elas foram rejeitadas na Comissão de Constituição e Justiça pela senadora ruralista Kátia Abreu (PSD-TO), relatora na CCJ.
Tanto Marina quanto seus sucessores no Ministério do Meio Ambiente, Carlos Minc e Izabella Teixeira, tentaram barrar a proposta (batizada de PLC no. 1), por entenderem que os Estados e municípios são menos estruturados para fiscalizar e/ou mais sujeitos a pressões políticas do que o Ibama.
A bancada ruralista comemorou a aprovação.
"Vamos tirar essas prerrogativas ditatoriais do Ibama. O Ibama quer parar o Brasil, não vai parar, não!", vociferou Flexa Ribeiro (PSDB-PA).
"Habituou-se no Brasil a achar que os órgãos federais são mais honestos que os estaduais e municipais. Não podemos tratar a Federação desta forma. O Ibama não é a Santa Sé, ele não está acima de qualquer suspeita, não", disse Kátia Abreu.
Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado, disse que a proposta é um retrocesso.
"Num momento em que nós estamos fazendo um grande esforço para votar um Código Florestal que reduza desmatamento no nosso país, reduzir as prerrogativas do Ibama me parece um erro grave."

Elefanta e filhote ficam presos em poça de lama na Zâmbia

Durante visita à região de South Luangwa, na Zâmbia, um grupo de turistas viu dois elefantes completamente presos na lama. Outros elefantes da manada tentavam tirá-los da lama enquanto a elefanta e seu filhote gritavam desesperados. A Sociedade de Conservação de South Luangwa e a Autoridade para Vida Selvagem do Zâmbia foram chamadas para realizar o resgate. Dez pessoas foram necessárias para ajudar a puxar a corda e arrastar o filhote para fora, seguido pela mãe, que já apresentava sinais de desidratação e de exaustão.













 

A elefanta, que já estava quase imóvel, percebeu a chance de escapar e se levantou, diante dos gritos de incentivo das pessoas que acompanhavam o resgate.

(fonte:msn.com)

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Ibama apreende quase 2 mil animais em operação de tráfico ilegal

Tucano está entre os animais apreendidos
(Foto: Divulgação/PF)
Os agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) dizem ter apreendido 1.928 animais que estavam prontos para ser comercializados irregularmente durante os desdobramentos da Operação Arapongas, que visa a combater o tráfico ilegal de animais silvestres. Nesta quarta-feira (10), sete pessoas foram presas por suspeita de participar do esquema: um na capital paulista, dois no interior do estado, um na Paraíba, um em Minas Gerais e um casal no Paraná.
A operação foi feita em conjunto entre o Ibama e a Polícia Federal. Em coletiva realizada na sede da PF em São Paulo, Maria Luiza Souza, chefe de fiscalização do Ibama no Paraná, informou que a investigação começou em novembro de 2010 a partir de denúncias de que um site comercializava animais sem autorização desde 2007. No entanto, para induzir o cliente ao erro, eles informavam que os bichos estavam legalizados no Ibama. Havia espécies exóticas e algumas em extinção, como a arara azul, que era oferecida no site por R$ 55 mil, representando a compra mais cara.
De acordo com a polícia, o site foi criado pelo casal preso no Paraná, na cidade de Arapongas, que deu nome à operação. “O site não é legalizado no Ibama”, disse Maria Luiza. De acordo com ela, durante a investigação, foram identificados 19 criadouros no país que forneciam os animais para que o casal os vendesse. Desse total, há pelo menos duas ONGs que tinham autorização do instituto para criar espécies para fins de pesquisa e estava aproveitando a licença do Ibama para comercializar os bichos.
“Estavam trocando os microchips, induzindo o tráfico desses animais”, contou Maria Luiza. Os criadouros estão sendo agora investigados. Bruno Barbosa, coordenador-geral de fiscalização do Ibama, informou que essa licença será cancelada. “Se eles (donos do site) não conseguiam o animal com os criadouros, iam buscar na natureza.” Ele disse que é proibido vender felinos, por exemplo. No entanto, o site oferecia uma jaguatirica por R$ 13 mil.
 
Site perfeito
O delegado da Polícia Federal Rubens Lopes da Silva, chefe da operação no Paraná, contou que as investigações vão prosseguir. Por isso, os policiais e o Ibama estimam que a quadrilha tenha mais integrantes. Até esta quarta-feira, 46 clientes que usaram o site tinham sido identificados. “Os compradores, de regra, não tinham má fé. São pessoas que querem dar o animal de presente.” Questionado sobre a legalidade de adquirir animais proibidos, respondeu: “o limite da ingenuidade é comprar uma onça”.
Silva considerou o site “perfeito”. Até o fim da tarde desta quarta, ele ainda estava no ar e dava informações sobre os animais oferecidos, dizia que todos seriam entregues com nota fiscal e facilitavam a compra com cartões de crédito em até 18 vezes sem juros. “Eles dizem, como fachada, que são protetores dos animais. Até o mês passado, tiveram mais ou menos 70 mil consultas. É um site perfeito”, afirmou o delegado.
Tanto ele como os fiscais do Ibama disseram que a primeira medida a ser tomada por uma pessoa interessada em comprar algum animal é procurar o instituto. Após o pagamento acertado, o animal era entregue, em sua maioria, no aeroporto onde o comprador morava. De acordo com Silva, os ficais no terminal olhavam os documentos falsos sobre a origem dos bichos e a Guia de Transporte Animal (GTA), também com informações erradas, e não percebiam a fraude.
Assim, os animais embarcavam e desembarcavam sem problemas.
De acordo com ele, a quadrilha lucrava com notas superfaturadas na hora da compra. Maria Luiza, do Ibama, disse que o grupo “em cima de sonegação fiscal”.
 
(fonte:G1.com)